Foreverskim Mag :: California Motion :: Por Jaleesa Koevoet
03/04/09 20:48
Para quem teve preguiça de ler a
versão em inglês, traduzimos o artigo escrito pela Jaleesa, que foi
publicado na última Foreverskim mag. Se você não freqüenta muito
o fórum do Skimonline, Jaleesa está sempre por lá e
teve a oportunidade de estudar na Califórnia durante um semestre.
No artigo ela conta suas experiências nos Estados Unidos e um pouco
sobre a vida da galera que está muito envolvida com o skimboard em
Laguna Beach.
A versão em inglês saiu na edição 32 da revista e pode ser encontrada a partir da página 88. O artigo em inglês está muito bem escrito, faz você querer vender tudo e comprar uma passagem para Califórnia assim que você termina de ler a última linha. Espero que a versão em português não tenha perdido tanto assim e vocês fiquem querendo ir para Solag que nem eu fiquei quando li o artigo na Foreverskim.
Califórnia Motion :: Uma historia sobre a minha primeira vez nos Estados Unidos :: por Jaleesa Koevoet
A primeira coisa que eu aprendi sobre a Califórnia é que tudo tem um ritmo próprio. Tudo parece acontecer em câmera lenta. Eu descobri esse fenômeno no momento que meu avião pousou. Demorou horas para passar pela imigração americana, depois eu tive que esperar que alguém fosse me pegar no aeroporto e, ainda por cima, tive que esperar horas pela pessoa que dividia o apartamento comigo, sem falar no jetlag. Eu não entedia muito bem porque tudo demorava tanto, era frustrante.
Antes de começar a falar sobre o quanto eu amo a Califórnia, eu gostaria de falar um pouco sobre mim mesma e sobre o meu país. Meu nome é Jaleesa, mas como ninguém consegue pronunciar isso pode me chamar de Jaleez, Dutch (inglês para Holandesa) ou Jay e eu estou estudando em San Marcos durante esse semestre. Eu tenho 18 anos e nasci na Holanda, mas não moro em Amsterdam; na verdade eu nem gosto de Amsterdam.
Nós temos praias na Holanda, mas não temos ondas, portanto eu acho que as ondas das Florida são épicas. Maconha é legal na Holanda, mas eu nunca fumei na minha vida e não tenho planos de fumar. Acho que eu falo inglês fluentemente, mas eu tenho a tendência de usar muitas gírias de internet. No meu mundo tudo é FTW (internetês para For The Win, algo como "o melhor") ou epic fail (algo como "falha épica" ou "mandou muito mal"). Na minha experiência, novatos sem noção podem falar com você enquanto você está de bobeira no sofá. Agora, que eu estou realmente pensando a respeito, isso provavelmente faz de mim uma nerd – ou alguém que gasta muito tempo no fórum do Skimonline.
De qualquer forma, como uma holandesa, a gente corre o tempo inteiro na vida, nós odiamos esperar, não temos paciência para filas, não falamos com estranhos e queremos que tudo seja feito rápido, para ontem e barato! Ainda por cima nos temos a tendência de ficar estressados facilmente.
Eu lembro da primeira vez que o Steve Taylor me deu uma carona para casa, do aeroporto até Laguna. Eu vi crianças andando pela cidade com pranchas de skimboard e fiquei maravilhada. Com olhos bem abertos e de queixo caído eu ficava olhando pela janela do carro não entendendo muito bem o que estava acontecendo. Tinham grupos de crianças andando pela rua com skimboards, uma visão que eu nunca tinha visto. Uma outra coisa que me impressionou é que havia palmeiras em todo lugar! A última palmeira que eu lembro ter visto foi no zoológico e era de plástico.
Eu acho que foi nessa hora que eu me dei conta que eu teria a melhor experiência da minha vida. Inacreditavelmente as coisas ficaram ainda mais estranhas, tinham placas sinalizando aonde se podia skiar e aonde era permitido nadar em Aliso! Eu me lembrei dos dias na Holanda em que tínhamos ondas de 30 centímetros, que é bom para nós, e não podíamos skiar porque tinha muita gente na água.
Um amigo meu me levou para 10th Street; Eu fiquei totalmente chocada. Ele olhou para mim e perguntou porque eu não estava skiando, eu tive dificuldades para inventar uma desculpa sobre como eu não sabia como fazer um one step nessa praia super íngreme, eu admito que isso não é exatamente um mentira. Mas, na verdade, eu estava com medo; com muito medo e totalmente intimidada com o nível de skimboard que eu estava presenciando. Eu acho que as pessoas conseguiam perceber isso pela minha cara. As ondas eram enormes e todo mundo encarava a situação como se fosse outro dia qualquer. Tudo que eu pude fazer foi ficar olhando os pros destruindo na lateral, e tentar capturar o que estava acontecendo em fotos.
Enquanto eu estava tentando me acostumar com o tamanho das ondas eu descobri uma coisa estranha sobre a Califórnia, todo mundo é constantemente gentil e educado. No começo, eu me sentia estranha. Um dia eu estava comprando um café na Starbucks e a menina da caixa me perguntou como eu estava. Eu olhei para ela sem entender o que estava acontecendo ou o que falar. Lembra que na Holanda as pessoas sempre querem as coisas rápidas, sem esperas ou conversas com estranhos. Eu comecei a me sentir desconfortável, mexendo no meu cabelo e olhando para os meus pés. Eu tinha que falar alguma coisa, então eu falei que estava ótima e perguntei como ela estava. Ela me perguntou se eu tinha um cartão de fidelidade e eu me senti ainda mais constrangida porque tive que falar que não tinha. Atrás de mim tinham pessoas esperando e eu não queria fazer elas esperarem mais, então, eu dei um jeito de terminar a conversa e sair dali.
De acordo com os meus amigos americanos eu tenho um sotaque estranho e melódico que faz parecer que eu estou cantando o tempo inteiro. Foi provavelmente por isso que a menina da caixa da Starbucks perguntou de onde eu era. Eu falei que era da Holanda. Só depois que eu fui me tocar que ela e a pessoa que estava atrás de mim na fila me prenderam em uma conversa. Ninguém da fila parecia se importar em ter que esperar, muito pelo contrário, muitas pessoas da fila já tinham ido para a Europa e resolveram entrar na conversa e falar o que achavam do meu continente.
Depois dessas experiências maravilhosas e diferentes na praia e em lojas, eu também tive a oportunidades maravilhosas. Eu pude ir para Santa Cruz para ver o campeonato na UST e passei o final de semana em uma cabana muito maneira no meio do nada. Eu vim para a Califórnia para estudar, mas, agora, estudar ficou em segundo plano depois de me divertir e aproveitar a vida nos EUA.
Skimboarding é diferente aqui, não é como skimboarding na Holanda. Aqui em Solag, (uma contração de Southern Laguna) skimboarding é como um estilo de vida. Muitas coisas giram entorno de skimboard. Eu estudo na praia e as vezes eu levando a cabeça e vejo pessoas destruindo nas ondas de Aliso ou 10th. Eu ando pela cidade e vejo adesivos relacionados com skimboard em todos os lugares, até em latas de lixo. Eu conheci muitas pessoas do fórum do Skimonline que não tem nada a ver com as fotos que eles usam no profile. Eu também amo que todo mundo parece estar de bobeira na praia a todo minuto, todo dia. Skimmer ligam uns para os outros quando as ondas estão boas e, de repente, todo mundo está na praia se divertindo.
Esse lance que todo mundo faz o que realmente quer é maravilhoso. Muitas pessoas criativas descobriram um jeito próprio de viver a vida do que jeito que elas querem. Algumas ainda acharam um jeito de fazer dinheiro, o que é muito legal! Com esse tipo de suporte financeiro os profissionais podem continuar andando de skimboard, se tornarem ainda melhores e poder viver do esporte. Como o Jason Wilson e Paulo Prietto com as aulas de skimboard; isso é muito irado, eles conseguem ganhar dinheiro e ainda ensinam as crianças a se tornarem melhore skimmers.
Agora eu me dei conta que pode estar parecendo que na Califórnia os skimmers não vão para aula, não trabalham e não ligam para nada alem de ir para a praia o dia todo. Mas, não é bem assim, todo mundo trabalha muito, estuda, mas, ainda dá um jeito de se divertir. Eles vivem a vida do jeito que eles querem. Ninguém parece se estressar com bobeiras do jeito que eu me estresso.
Eu tenho certeza que eu nunca skiarei bem o suficiente para viver de ir a praia e ensinar crianças a skiar. Mas, essa situação toda me fez perceber que eu preciso ser mais californiana e realmente fazer as coisas que eu quero. Isso significa que eu preciso me esforçar mais no skimboard e na faculdade e todas as coisas de pessoas adultas para conseguir os meus objetivos. Assim como muita gente aqui na Califórnia.
Eu lembro de ficar sentada no avião por 11 horas para chegar aqui, naquela poltrona apertada e assistindo filmes a caminho de uma país desconhecido, com hábitos desconhecidos e pessoas que nunca havia conhecido pessoalmente, deixando meus amigos na Holanda para trás e me perguntado o que eu estava fazendo. Depois de umas 5 horas de vôo eu comecei a ficar realmente preocupada, mas, de alguma forma tudo deu muito certo e tudo é tão maravilhoso. Eu tenho que confessar que as coisas que mais me frustravam no começo mudaram a minha vida, não demorou muito para eu perceber que o estilo de vida californiano é o estilo de vida que todas as pessoas deveriam ter: na praia e em câmera lenta com os seus objetivos na cabeça.
Claro que eu ainda não descobri tudo sobre o estilo de vida californiano e ainda tenho muito a aprender. Entretanto, acho que aprendi o principio básico, e é algo que eu pretendo levar para a Holanda comigo. Como as pessoas por aqui diriam: relaxa... apenas relaxe...
O SkimBrasil gostaria de agradecer a todos da Foreverskim, principalmente o Derek e a Jaleesa por permitirem que a gente publicasse o artigo aqui.
Se você estava morando em uma caverna sem internet e ainda não leu essa última edição da Foreverskim basta clicar na imagem para folhear a publicação mais importante do skimboard. Só para você não se assustar, nessa edição tem várias fotos da session que fizemos em Sununga em março!
A versão em inglês saiu na edição 32 da revista e pode ser encontrada a partir da página 88. O artigo em inglês está muito bem escrito, faz você querer vender tudo e comprar uma passagem para Califórnia assim que você termina de ler a última linha. Espero que a versão em português não tenha perdido tanto assim e vocês fiquem querendo ir para Solag que nem eu fiquei quando li o artigo na Foreverskim.
Califórnia Motion :: Uma historia sobre a minha primeira vez nos Estados Unidos :: por Jaleesa Koevoet
A primeira coisa que eu aprendi sobre a Califórnia é que tudo tem um ritmo próprio. Tudo parece acontecer em câmera lenta. Eu descobri esse fenômeno no momento que meu avião pousou. Demorou horas para passar pela imigração americana, depois eu tive que esperar que alguém fosse me pegar no aeroporto e, ainda por cima, tive que esperar horas pela pessoa que dividia o apartamento comigo, sem falar no jetlag. Eu não entedia muito bem porque tudo demorava tanto, era frustrante.
Antes de começar a falar sobre o quanto eu amo a Califórnia, eu gostaria de falar um pouco sobre mim mesma e sobre o meu país. Meu nome é Jaleesa, mas como ninguém consegue pronunciar isso pode me chamar de Jaleez, Dutch (inglês para Holandesa) ou Jay e eu estou estudando em San Marcos durante esse semestre. Eu tenho 18 anos e nasci na Holanda, mas não moro em Amsterdam; na verdade eu nem gosto de Amsterdam.
Nós temos praias na Holanda, mas não temos ondas, portanto eu acho que as ondas das Florida são épicas. Maconha é legal na Holanda, mas eu nunca fumei na minha vida e não tenho planos de fumar. Acho que eu falo inglês fluentemente, mas eu tenho a tendência de usar muitas gírias de internet. No meu mundo tudo é FTW (internetês para For The Win, algo como "o melhor") ou epic fail (algo como "falha épica" ou "mandou muito mal"). Na minha experiência, novatos sem noção podem falar com você enquanto você está de bobeira no sofá. Agora, que eu estou realmente pensando a respeito, isso provavelmente faz de mim uma nerd – ou alguém que gasta muito tempo no fórum do Skimonline.
De qualquer forma, como uma holandesa, a gente corre o tempo inteiro na vida, nós odiamos esperar, não temos paciência para filas, não falamos com estranhos e queremos que tudo seja feito rápido, para ontem e barato! Ainda por cima nos temos a tendência de ficar estressados facilmente.
Eu lembro da primeira vez que o Steve Taylor me deu uma carona para casa, do aeroporto até Laguna. Eu vi crianças andando pela cidade com pranchas de skimboard e fiquei maravilhada. Com olhos bem abertos e de queixo caído eu ficava olhando pela janela do carro não entendendo muito bem o que estava acontecendo. Tinham grupos de crianças andando pela rua com skimboards, uma visão que eu nunca tinha visto. Uma outra coisa que me impressionou é que havia palmeiras em todo lugar! A última palmeira que eu lembro ter visto foi no zoológico e era de plástico.
Eu acho que foi nessa hora que eu me dei conta que eu teria a melhor experiência da minha vida. Inacreditavelmente as coisas ficaram ainda mais estranhas, tinham placas sinalizando aonde se podia skiar e aonde era permitido nadar em Aliso! Eu me lembrei dos dias na Holanda em que tínhamos ondas de 30 centímetros, que é bom para nós, e não podíamos skiar porque tinha muita gente na água.
Um amigo meu me levou para 10th Street; Eu fiquei totalmente chocada. Ele olhou para mim e perguntou porque eu não estava skiando, eu tive dificuldades para inventar uma desculpa sobre como eu não sabia como fazer um one step nessa praia super íngreme, eu admito que isso não é exatamente um mentira. Mas, na verdade, eu estava com medo; com muito medo e totalmente intimidada com o nível de skimboard que eu estava presenciando. Eu acho que as pessoas conseguiam perceber isso pela minha cara. As ondas eram enormes e todo mundo encarava a situação como se fosse outro dia qualquer. Tudo que eu pude fazer foi ficar olhando os pros destruindo na lateral, e tentar capturar o que estava acontecendo em fotos.
Enquanto eu estava tentando me acostumar com o tamanho das ondas eu descobri uma coisa estranha sobre a Califórnia, todo mundo é constantemente gentil e educado. No começo, eu me sentia estranha. Um dia eu estava comprando um café na Starbucks e a menina da caixa me perguntou como eu estava. Eu olhei para ela sem entender o que estava acontecendo ou o que falar. Lembra que na Holanda as pessoas sempre querem as coisas rápidas, sem esperas ou conversas com estranhos. Eu comecei a me sentir desconfortável, mexendo no meu cabelo e olhando para os meus pés. Eu tinha que falar alguma coisa, então eu falei que estava ótima e perguntei como ela estava. Ela me perguntou se eu tinha um cartão de fidelidade e eu me senti ainda mais constrangida porque tive que falar que não tinha. Atrás de mim tinham pessoas esperando e eu não queria fazer elas esperarem mais, então, eu dei um jeito de terminar a conversa e sair dali.
De acordo com os meus amigos americanos eu tenho um sotaque estranho e melódico que faz parecer que eu estou cantando o tempo inteiro. Foi provavelmente por isso que a menina da caixa da Starbucks perguntou de onde eu era. Eu falei que era da Holanda. Só depois que eu fui me tocar que ela e a pessoa que estava atrás de mim na fila me prenderam em uma conversa. Ninguém da fila parecia se importar em ter que esperar, muito pelo contrário, muitas pessoas da fila já tinham ido para a Europa e resolveram entrar na conversa e falar o que achavam do meu continente.
Depois dessas experiências maravilhosas e diferentes na praia e em lojas, eu também tive a oportunidades maravilhosas. Eu pude ir para Santa Cruz para ver o campeonato na UST e passei o final de semana em uma cabana muito maneira no meio do nada. Eu vim para a Califórnia para estudar, mas, agora, estudar ficou em segundo plano depois de me divertir e aproveitar a vida nos EUA.
Skimboarding é diferente aqui, não é como skimboarding na Holanda. Aqui em Solag, (uma contração de Southern Laguna) skimboarding é como um estilo de vida. Muitas coisas giram entorno de skimboard. Eu estudo na praia e as vezes eu levando a cabeça e vejo pessoas destruindo nas ondas de Aliso ou 10th. Eu ando pela cidade e vejo adesivos relacionados com skimboard em todos os lugares, até em latas de lixo. Eu conheci muitas pessoas do fórum do Skimonline que não tem nada a ver com as fotos que eles usam no profile. Eu também amo que todo mundo parece estar de bobeira na praia a todo minuto, todo dia. Skimmer ligam uns para os outros quando as ondas estão boas e, de repente, todo mundo está na praia se divertindo.
Esse lance que todo mundo faz o que realmente quer é maravilhoso. Muitas pessoas criativas descobriram um jeito próprio de viver a vida do que jeito que elas querem. Algumas ainda acharam um jeito de fazer dinheiro, o que é muito legal! Com esse tipo de suporte financeiro os profissionais podem continuar andando de skimboard, se tornarem ainda melhores e poder viver do esporte. Como o Jason Wilson e Paulo Prietto com as aulas de skimboard; isso é muito irado, eles conseguem ganhar dinheiro e ainda ensinam as crianças a se tornarem melhore skimmers.
Agora eu me dei conta que pode estar parecendo que na Califórnia os skimmers não vão para aula, não trabalham e não ligam para nada alem de ir para a praia o dia todo. Mas, não é bem assim, todo mundo trabalha muito, estuda, mas, ainda dá um jeito de se divertir. Eles vivem a vida do jeito que eles querem. Ninguém parece se estressar com bobeiras do jeito que eu me estresso.
Eu tenho certeza que eu nunca skiarei bem o suficiente para viver de ir a praia e ensinar crianças a skiar. Mas, essa situação toda me fez perceber que eu preciso ser mais californiana e realmente fazer as coisas que eu quero. Isso significa que eu preciso me esforçar mais no skimboard e na faculdade e todas as coisas de pessoas adultas para conseguir os meus objetivos. Assim como muita gente aqui na Califórnia.
Eu lembro de ficar sentada no avião por 11 horas para chegar aqui, naquela poltrona apertada e assistindo filmes a caminho de uma país desconhecido, com hábitos desconhecidos e pessoas que nunca havia conhecido pessoalmente, deixando meus amigos na Holanda para trás e me perguntado o que eu estava fazendo. Depois de umas 5 horas de vôo eu comecei a ficar realmente preocupada, mas, de alguma forma tudo deu muito certo e tudo é tão maravilhoso. Eu tenho que confessar que as coisas que mais me frustravam no começo mudaram a minha vida, não demorou muito para eu perceber que o estilo de vida californiano é o estilo de vida que todas as pessoas deveriam ter: na praia e em câmera lenta com os seus objetivos na cabeça.
Claro que eu ainda não descobri tudo sobre o estilo de vida californiano e ainda tenho muito a aprender. Entretanto, acho que aprendi o principio básico, e é algo que eu pretendo levar para a Holanda comigo. Como as pessoas por aqui diriam: relaxa... apenas relaxe...
O SkimBrasil gostaria de agradecer a todos da Foreverskim, principalmente o Derek e a Jaleesa por permitirem que a gente publicasse o artigo aqui.
Se você estava morando em uma caverna sem internet e ainda não leu essa última edição da Foreverskim basta clicar na imagem para folhear a publicação mais importante do skimboard. Só para você não se assustar, nessa edição tem várias fotos da session que fizemos em Sununga em março!
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