Stimulus
08/07/09 15:40
Vocês já devem ter lido a review do
ZonaSkim. Nós concordamos com muito do que a creche falou, vamos
apenas fazer alguns comentários desconexos e procurar não estragar
as surpresas para que não viu ainda. Portanto, o texto não é um
texto em si. É um monte de idéias soltas sobre o filme. Sintam-se a
vontade para comentar qualquer uma delas.
O filme é muito bem feito, bem filmado, bem editado e as manobras são simplesmente impressionantes. Assim como já foi falado, todo o estilo do filme é bem próximo do Bearded. Os ângulos, a edição rápida e picotada, os efeitos, os film burns, está tudo lá! Se você gostou do Bearded, você provavelmente vai gostar de Stimulus.
A intro é simplesmente impressionante, a trilha da intro é uma porrada do Mötley Crüe, bem parecida com o Guns n’ Roses do Bearded. Você vai ficar impressionado com os wraps. Os três anos filmando realmente pagaram, o resultado é impressionante e o filme só tem bangers. Praticamente qualquer onda do filme pode ser eleita a melhor onda do filme.
Quem acompanhou a Foreverskim e Skimboarder nesses últimos anos vai conseguir reparar várias sessions que já tinha rolado em fotos. A session do “Best aliso ever” foi realmente impressionante!
Manobras como 360 shove its para wrap, big spins para wraps e rasgadas enormes são figurinhas fáceis na parte de todos!
A única reclamação da review: Porque diabos tem Nightwish na trilha sonora?!
A edição do Radiohead e do Arcade Fire provavelmente compensam o Nightwish. Mas, mesmo assim. Nightwish está em uma das partes mais impressionantes do filme. Não vamos falar na parte de quem para não estragar a surpresa.
O Grady destrói tanto nas manobras como no prêmio de melhor vaca! O cara passa por cima das pedras por casa do white wash de Cabo. Com certeza você vai ficar preocupado se você tiver pensando em uma trip para Cabo!
Tommy D mostrou que todas as horas na Wave House foram um ótimo investimento! E a trilha divertida ficou muito manera! Quando soubemos que Take on Me do A-ha estava na trilha apostamos que seria a trilha da wipe out section. Mas, não, o Tommy D destrói e a música funciona bem como uma parte séria.
A parte dos Stinnetts é bizarra. O Sammy tira muita onda. A trilha valoriza e na opinião do Magarão é uma das músicas mais legais do filme. Você vai se sentir velho vendo o Sammy skiar. Não importa quantos anos você tem, o cara cresceu e consegue segurar uns bangers em The Wedge, mas, continua com o estilo despreocupado e energético.
É impressionante como os pros conseguem fazer coisas agressivas e continuarem parecendo muito leve. Você vai achar que a gravidade funciona diferente para eles. Os caras mandam manobras enormes antes dos wraps e continuam com velocidade para fazer um wrap perfeito. Ahhhh para os regulars que tem inveja dos goofies em Wedge, tem um sider para o outro lado bem irado! Você vai ficar impressionado de como os pros conseguem fazer wraps bem fechados e usar muito a parede da onda. In n’ outs são a constante do filme e não as exceções.
A parte do Woody e do Chia é muito legal! Os caras tem mais flexibilidade que muita professora de ioga!
Durante o filme é legal ver como nas ondas de The Wedge os caras não estão nem aí. Eles seguram na borda e tomam a onda inteira na cabeça como se fosse um jogo de videogame. Glassy! Glassy waves! That’s the name of the game!
A parte do George Bryan é uma das mais impressionantes em termos de mar. O cara faz uma session em The Wedge que parece toda em slow motion de tão perfeito que as ondas estavam quebrando. O Arcade Fire ajuda. Muito bem escolhido! Reparem bem que não é wavehouse! O mar estava perfeito mesmo! Filmar com dois ângulos é priceless. Os filmes ainda tem muito o que aprender com as produções de snowboard, mas, a edição com dois ângulos já deixa o filme anos a frente de outras produções de skimboard.
A parte do Brad Domke é bizarra. A creche mandou bem de não falar nada sobre ela. Porque realmente não tem como explicar. Você vai ter que passar várias manobras em slow motion para entender o que ele fez! O cara está em outro nível. Se você já estava se sentindo velho e travado antes, agora você vai querer fazer outro esporte. Porque o Domke é alien! Essa é a única explicação. O cara chega de sideslip em ondas que são bizarras de chegar de grinch! A música é engraçadinha, mas, não é lá muito legal de ficar escutando over and over again.
A parte final do Paulo é alien também. Acho que todas as ondas são para lá de over head. Prestem atenção na letra da música. Para quem conhece o papel do Paulo no skimboard atual, vai fazer muito sentido. Eu não sou lá tão fã de Muse porque eu acho as músicas deles meio parecidas, apesar de ter achado o show que eles fizeram aqui no Rio muito bom. A edição fica um pouco parecida com a edição do Kelly Slater no filme In Campaign 2 do Taylor Steele por causa da trilha que também é Muse, apesar de ser outra música. Mas, isso não tira o mérito e significado da coisa.
A Exile e todos os envolvidos estão de parabéns o filme é muito bom e é a melhor forma de mostrar o skimboard para as pessoas que não conhecem o esporte. Ahhh prestem atenção nos créditos, tem umas piadinhas cretinas, mas, engraçadas.
O trabalho da UST é muito importante para a profissionalização do esporte. Mas, depois de ver esse filme, não tem como negar! Vídeos fazem muito mais pela imagem do esporte! Realmente, são alguns dos melhores atletas do mundo nas melhores ondas dos últimos três anos. Não tem como competir com isso!
O filme é muito bem feito, bem filmado, bem editado e as manobras são simplesmente impressionantes. Assim como já foi falado, todo o estilo do filme é bem próximo do Bearded. Os ângulos, a edição rápida e picotada, os efeitos, os film burns, está tudo lá! Se você gostou do Bearded, você provavelmente vai gostar de Stimulus.
A intro é simplesmente impressionante, a trilha da intro é uma porrada do Mötley Crüe, bem parecida com o Guns n’ Roses do Bearded. Você vai ficar impressionado com os wraps. Os três anos filmando realmente pagaram, o resultado é impressionante e o filme só tem bangers. Praticamente qualquer onda do filme pode ser eleita a melhor onda do filme.
Quem acompanhou a Foreverskim e Skimboarder nesses últimos anos vai conseguir reparar várias sessions que já tinha rolado em fotos. A session do “Best aliso ever” foi realmente impressionante!
Manobras como 360 shove its para wrap, big spins para wraps e rasgadas enormes são figurinhas fáceis na parte de todos!
A única reclamação da review: Porque diabos tem Nightwish na trilha sonora?!
A edição do Radiohead e do Arcade Fire provavelmente compensam o Nightwish. Mas, mesmo assim. Nightwish está em uma das partes mais impressionantes do filme. Não vamos falar na parte de quem para não estragar a surpresa.
O Grady destrói tanto nas manobras como no prêmio de melhor vaca! O cara passa por cima das pedras por casa do white wash de Cabo. Com certeza você vai ficar preocupado se você tiver pensando em uma trip para Cabo!
Tommy D mostrou que todas as horas na Wave House foram um ótimo investimento! E a trilha divertida ficou muito manera! Quando soubemos que Take on Me do A-ha estava na trilha apostamos que seria a trilha da wipe out section. Mas, não, o Tommy D destrói e a música funciona bem como uma parte séria.
A parte dos Stinnetts é bizarra. O Sammy tira muita onda. A trilha valoriza e na opinião do Magarão é uma das músicas mais legais do filme. Você vai se sentir velho vendo o Sammy skiar. Não importa quantos anos você tem, o cara cresceu e consegue segurar uns bangers em The Wedge, mas, continua com o estilo despreocupado e energético.
É impressionante como os pros conseguem fazer coisas agressivas e continuarem parecendo muito leve. Você vai achar que a gravidade funciona diferente para eles. Os caras mandam manobras enormes antes dos wraps e continuam com velocidade para fazer um wrap perfeito. Ahhhh para os regulars que tem inveja dos goofies em Wedge, tem um sider para o outro lado bem irado! Você vai ficar impressionado de como os pros conseguem fazer wraps bem fechados e usar muito a parede da onda. In n’ outs são a constante do filme e não as exceções.
A parte do Woody e do Chia é muito legal! Os caras tem mais flexibilidade que muita professora de ioga!
Durante o filme é legal ver como nas ondas de The Wedge os caras não estão nem aí. Eles seguram na borda e tomam a onda inteira na cabeça como se fosse um jogo de videogame. Glassy! Glassy waves! That’s the name of the game!
A parte do George Bryan é uma das mais impressionantes em termos de mar. O cara faz uma session em The Wedge que parece toda em slow motion de tão perfeito que as ondas estavam quebrando. O Arcade Fire ajuda. Muito bem escolhido! Reparem bem que não é wavehouse! O mar estava perfeito mesmo! Filmar com dois ângulos é priceless. Os filmes ainda tem muito o que aprender com as produções de snowboard, mas, a edição com dois ângulos já deixa o filme anos a frente de outras produções de skimboard.
A parte do Brad Domke é bizarra. A creche mandou bem de não falar nada sobre ela. Porque realmente não tem como explicar. Você vai ter que passar várias manobras em slow motion para entender o que ele fez! O cara está em outro nível. Se você já estava se sentindo velho e travado antes, agora você vai querer fazer outro esporte. Porque o Domke é alien! Essa é a única explicação. O cara chega de sideslip em ondas que são bizarras de chegar de grinch! A música é engraçadinha, mas, não é lá muito legal de ficar escutando over and over again.
A parte final do Paulo é alien também. Acho que todas as ondas são para lá de over head. Prestem atenção na letra da música. Para quem conhece o papel do Paulo no skimboard atual, vai fazer muito sentido. Eu não sou lá tão fã de Muse porque eu acho as músicas deles meio parecidas, apesar de ter achado o show que eles fizeram aqui no Rio muito bom. A edição fica um pouco parecida com a edição do Kelly Slater no filme In Campaign 2 do Taylor Steele por causa da trilha que também é Muse, apesar de ser outra música. Mas, isso não tira o mérito e significado da coisa.
A Exile e todos os envolvidos estão de parabéns o filme é muito bom e é a melhor forma de mostrar o skimboard para as pessoas que não conhecem o esporte. Ahhh prestem atenção nos créditos, tem umas piadinhas cretinas, mas, engraçadas.
O trabalho da UST é muito importante para a profissionalização do esporte. Mas, depois de ver esse filme, não tem como negar! Vídeos fazem muito mais pela imagem do esporte! Realmente, são alguns dos melhores atletas do mundo nas melhores ondas dos últimos três anos. Não tem como competir com isso!
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