Sununga :: Parte 1

Depois de muito olhar a previsão acabamos decidindo ir para Sununga no final de semana. A previsão na estava perfeita como na session que foi capa da Foreverskim há alguns meses, mas ainda assim estava muito boa. A gente saiu sexta feira a tarde, depois de conseguirmos uns passes Vips para assistir o evento de Skate vertical que estava rolando no Rio.
Quando chegamos em Sununga, por volta de meia noite podíamos escutar o barulho das ondas de nosso pequeno quarto de hotel. Estávamos ansiosos para o dia clarear e comer a session. Quando chegamos na praia, lá pelas 7am as ondas estavam grandes e um pouco mexido. O tempo estava bem nublado, apesar de muito quente. Diferentemente da maioria das vezes que fomos a Sununga, dessa vez as condições melhoraram bastante com a maré cheia. Normalmente, a lateral fica mais forte com a maré vazia e facilita a conexão.
No Sábado, a conexão estava um pouco longe e a transição estava um pouco mexida. Com certeza, as condições estavam mais difíceis que a session da capa, mas, ainda assim, estava bem divertido. A estratégia era correr muito, matar muita barata e torcer para sair do tubo para não ter que ficar levando os triângulos na cabeça até conseguir sair de dentro do liquidificador. Entre as séries rolavam ondas menores, boas para batidas e até alguns aéreos. Depois de alguma horas a maré subiu o suficiente para tornar as conexões mais possíveis. O Pedro conseguiu conectar em umas das maiores ondas do dia. No entanto, a situação chegou em uma situação onde a maré estava muito cheia e ficou difícil de conectar novamente. Resolvemos partir para o famoso almoço no PF perto da marina.
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Sununga acordando... Não tão fácil de conectar...

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Um pouquinho de água does the trick... Sununga melhorando na maré cheia...

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Iranildo, local de Sununga, também achou boas ondas...

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Pedro


Quando voltamos para a praia, estava chovendo e as condições não estavam boas para tirar fotos. Arrumamos um guarda sol e tentamos fazer algumas imagens pois a galera local estava pegando altas ondas. Renato e Leandro tem apenas 14 e 15 anos respectivamente mas estavam fazendo pegando altos tubos. Rolaram muitas ondas e alguns wipe outs impressionantes até o fim da tarde, quando a maré ficou muito baixa e as ondas voltaram a não ser conectáveis. Nosso dia terminou em um churrascaria em Itaguá. Não podemos reclamar...
No domingo, quando acordamos, a primeira frase foi “está sol! As fotos vão ficar iradas”. Mas, como não da para ganhar todas, no momento em que chegamos na praia percebemos que as ondas não estavam tão boas quanto no dia anterior. Resolvemos relaxar, comer alguma coisa, assistir a transmissão HORROSA da Globo do evento de skate. Offtopic: porque diabos os caras ficam filmando skate com o horizonte torto?! Enfim, a transmissão foi trash, mega brega o cara que estava comandando esse treco não saiu da década de 80 até hoje e acha que é super style filmar torto. Dá pena... voltando para Sununga...
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Uma das fotos da Forever

Depois do nosso café da manha, as condições melhoraram um pouco. O Pedro achou algumas boas ondas e os locais continuavam destruindo. Infelizmente nós tínhamos que voltar para o Rio cedo. O último dia para enviar as fotos para a Foreverskim era no próprio domingo, então ainda tínhamos 5 horas de viagem pela frente e muito photoshop.
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A luz estava muito boa... mas conectar estava um pouco complicado.

O SkimBrasil agradece ao Derek por ter esperado e por ter tido a paciência de mudar várias coisas na edição da Foreverskim para que as fotos saíssem nessa edição de março!

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