Jan 2009
X Dance - Foreverskim
27/01/09 01:44
Há algum tempo diversos atletas de
esportes de ação vem ganhando a vida como “free riders”. Eles não
participam de campeonatos, ao invés disso correm o mundo filmando
nas mais perfeitas condições. Isso, somado a novas formas de
produção digital, fez com que houvesse um grande aumento na
qualidade e quantidade de mídia sobre os esportes de ação. O nível
dos filmes sobre esportes de ação obviamente depende da situação
econômica e “política” do esporte em questão. De uma forma geral os
filmes de snowboard estão alguns passos a frente dos demais
esportes em termos de qualidade. Uma das razões para essa situação
é o próprio sistema de produção. No snowboard os principais
produtores de filmes são estúdios independentes como a MDP e a
Absinthe. Os estúdios podem, portanto, juntar atletas patrocinados
por diversas marcas e obviamente o investimento dessas marcas em
seus filmes.
No entanto, os dois esportes de ação mais famosos, o surf e o skate, vivem realidades bem diferentes. Grande parte dos filmes produzidos sobre surf e skate são iniciativas das próprias marcas. Elas juntam seus atletas e seus recursos financeiros e saem para filmar. Os exemplos são quase eternos, a série Young Guns da Quiksilver, os filmes do Taj Burrow da Billabong, os filmes do Mick Fanning da Rip Curl. O skate está numa situação muito parecida, mas que para os mais desatentos passa despercebida, muitas marcas de skate se juntaram durante os últimos anos, muitas vezes os filmes juntam skatistas patrocinados por empresas diferentes mas que fazem parte do mesmo grupo, parecendo que o filme é um esforço de vários players da industria do skate.
Esse aumento de produção e consumo de mídia de esportes de ação gerou um debate, que já rola há algum tempo, sobre o alcance do que é chamado de “action porn”. Durante a maior parte de sua existência os envolvidos nos esportes de ação consideravam (boa parte deles, talvez, ainda considere) que os esportes como surf, skate, snowboard, mountain bike, skimboard etc são impressionantes por eles mesmo. Não é necessário a existência de uma historia para envolver o leitor/espectador. As revistas especializadas e os filmes contam com milhares de imagens lindas mostrando, para quem entende do esporte, o limite do que é humanamente possível naquele disciplina. A essas imagens se deu o nome de “action porn”. Por outro lado, os contrários ao “action porn” argumentam que filmes e revistas especializadas não tem um apelo dramático para os que não são familiarizados com o esporte. Alguém que nunca andou de snowboard, por exemplo, tende a achar 40 minutos de pessoas pulando gaps enormes e descidas super íngremes um tanto repetitivo. O pensamento é de que mídias mais dramáticas podem mostrar o esporte para uma audiência maior, atrair mais patrocínios e construir uma imagem mais forte para os próprios esportes.
Existem vários exemplos disso, Riding Giants and Step into Liquid são dois, mas, na verdade, essa busca por uma dramaticidade já vem acontecendo por um tempo. Os filmes de esporte de ação que focam um atleta como personagem principal são um exemplo dessa busca de drama para uma aproximação atleta x público.
No entanto, esse ano o movimento contra o action porn ganhou um grande aliado. O maior festival de filmes de esportes de ação, quase que o Oscar desse tipo de filme resolveu mudar suas regras para incentivar a produção de filmes mais dramáticos.
Nosso amigo Derek da Foreverskim escreveu um ótimo texto expressando seus sentimentos sobre essa mudança.
Para quem não leu na Foreverskim, aqui vai a versão em português.
O X-Dance é possivelmente o maior e mais respeitado festival de filmes de esportes de ação no mundo. Ele começou em 2001 com a missão de “nutrir o crescimento da produção de filmes sobre esportes de ação” e dar o respectivo reconhecimento aos atletas e diretores, nos últimos sete anos eles mantiveram essa palavra. O X-Dance mostrou filmes incríveis dentro de todo o espectro dos esportes de ação. Eles também conseguiram atrair a atenção de Hollywood, constantemente deixando mais tênue a linha entre a industria dos esportes radicais e a industria do entretenimento. Talvez tenha sido isso que inspirou o recente erro. Os filmes no X-Dance sempre foram julgados baseados em seus méritos como filmes, e os nomeados eram escolhidos baseados na cinematografia, na edição, na historia, na música e na ação. Esse ano, os filmes foram julgados usando essas categorias, mas cada categoria tinha um valor igual no resultado final, ou seja, os filmes premiados geralmente foram os que ganharam notas boas em todas as categorias. Isso é um problema por algumas razões; a maior de todas é porque o esportes de ação estão sempre crescendo, tanto dentro dos esportes existentes, quanto com a criação de novos. Todo ano surgem novas possibilidades para que os atletas se considerem participantes de uma esporte de ação, o que significa novos olhares sobre esse esporte, e acaba gerando diversos filmes. Esse constante expansão agora esbarra no fato de que existem gêneros dentro dos filmes de esporte de ação.
É como se o Oscar resolvesse criar uma categoria de “melhor filme” e juntasse todos os filmes nela. Sem separações entre documentários, “melhor filme estrangeiro” ou “melhor animação”. A parte mais triste é que o X-Dance está fazendo isso com um objetivo: o de eliminar o que eles chamam de “action porn”.
Em um comunicado feito em dezembro de 2008, eles declararam que esse formato “vai fazer com que a industria cinematográfica de esportes de ação mude dos filmes focados apenas em adrenalina para filmes que possam ter um reconhecimento legítimo com produção cinematográfica em uma maior escala.
Não há como não pensar que o X-Dance Film Festival passou sete anos guardando sua última dança para Hollywood.
A chamada “action porn” alimenta a imagem dos esportes de ação. Alguns dos filmes mais emocionantes de assistir vão diretamente ao ponto e mostram imagens fantásticas e impressionantes adicionadas de uma música empolgante. Sem narrações ou storyline, apenas atletas fazendo o que eles fazem melhor e diretores talentosos colocando suas visões sobre o esporte.
Vamos olhar para o mundo do skimboard e falar sobre o que rapidamente se tornou um marco para o vídeos de skimboard, a Exile lançou o Bearded em 2005. Alguns dos melhores skimboarders do planeta, andando nas melhores condições possíveis; o filme que possivelmente mostrou para mais pessoas o que skimboard realmente é. Todos gostam, ficam impressionados e mudam de idéia sobre o esporte. Em 2006 eu tive a oportunidade de mostrar o filme para várias pessoas da Action Sports Group, e a reação confirmou na minha mente para sempre que “action porn” não é apenas essencial para os esportes de ação, mas é também uma das mais influentes formas de se fazer um filme de esportes de ação. Não existe uma melhor forma de resumir um esporte do que 35 minutos dos melhores momento, como o Bearded.
Eu não quero dizer que documentários ou filmes com storylines não tem apelo. É uma realidade, que aparentemente está sendo liderada pelo surf, de que mais e mais os filmes serão criados a partir de uma historia; se o X-Dance criou essa mudança ou não, ainda é muito cedo para falar mas é obvio que eles estão fazendo a parte que lhes cabe e ajudando nessa mudança. Nosso objetivo deveria ser de que o X-Dance não tente acabar com o “action porn” mas sim transformar o “action porn” em um gênero da cinematografia de esportes de ação. Como nós podemos simplesmente ignorar tudo que o “action porn” fez pelos esportes de ação? Como podemos ignorar algo que faz parte da nossa cultura sobre os esportes de ação?
A realidade é que nós não podemos deixar de lado de onde viemos. Espero que o “action porn” ainda tenha uma longa vida!
Derek Makekau
Esse ano a premiação do X Dance foi dominada pelo filme da Quiksilver e da Red Bull sobre o snowboarder Travis Rice, que já foi bastante falado por aqui. O filme é uma mistura de alguma história sobre Rice e bastante action porn. Mas, vale lembrar, que os recursos cinematográficos usados nesse filmes são realmente impressionantes. Ano que vem talvez o vencedor não tenha lá muito minutos de action porn....
A galera do SkimBrasil concorda plenamente com o Derek e espera que os produtores não se importem muito com as mudanças no X Dance e continuem a fazer o bom e velho action porn!!
Resultados do X Dance:
Melhor filme: That's it That's all (o SkimBrasil recomenda!)
Diretor: The fine line - Dave Mossop
Edição: Uniquely (o SkimBrasil recomenda!)
Cinematografia: That's it That's all
Trilha Sonora: Archy
Curta metragem: Looking thru the B-sides
Adventure: The Sharp end
Core movie: Reasons
Documentário: Between the Lines
Biografia: Clay Marzo: Just add water (o SkimBrasil recomenda!)
Emerging Filmmaker: Chasing Waves - Dave Arnold e Tyrone Lebon
No entanto, os dois esportes de ação mais famosos, o surf e o skate, vivem realidades bem diferentes. Grande parte dos filmes produzidos sobre surf e skate são iniciativas das próprias marcas. Elas juntam seus atletas e seus recursos financeiros e saem para filmar. Os exemplos são quase eternos, a série Young Guns da Quiksilver, os filmes do Taj Burrow da Billabong, os filmes do Mick Fanning da Rip Curl. O skate está numa situação muito parecida, mas que para os mais desatentos passa despercebida, muitas marcas de skate se juntaram durante os últimos anos, muitas vezes os filmes juntam skatistas patrocinados por empresas diferentes mas que fazem parte do mesmo grupo, parecendo que o filme é um esforço de vários players da industria do skate.
Esse aumento de produção e consumo de mídia de esportes de ação gerou um debate, que já rola há algum tempo, sobre o alcance do que é chamado de “action porn”. Durante a maior parte de sua existência os envolvidos nos esportes de ação consideravam (boa parte deles, talvez, ainda considere) que os esportes como surf, skate, snowboard, mountain bike, skimboard etc são impressionantes por eles mesmo. Não é necessário a existência de uma historia para envolver o leitor/espectador. As revistas especializadas e os filmes contam com milhares de imagens lindas mostrando, para quem entende do esporte, o limite do que é humanamente possível naquele disciplina. A essas imagens se deu o nome de “action porn”. Por outro lado, os contrários ao “action porn” argumentam que filmes e revistas especializadas não tem um apelo dramático para os que não são familiarizados com o esporte. Alguém que nunca andou de snowboard, por exemplo, tende a achar 40 minutos de pessoas pulando gaps enormes e descidas super íngremes um tanto repetitivo. O pensamento é de que mídias mais dramáticas podem mostrar o esporte para uma audiência maior, atrair mais patrocínios e construir uma imagem mais forte para os próprios esportes.
Existem vários exemplos disso, Riding Giants and Step into Liquid são dois, mas, na verdade, essa busca por uma dramaticidade já vem acontecendo por um tempo. Os filmes de esporte de ação que focam um atleta como personagem principal são um exemplo dessa busca de drama para uma aproximação atleta x público.
No entanto, esse ano o movimento contra o action porn ganhou um grande aliado. O maior festival de filmes de esportes de ação, quase que o Oscar desse tipo de filme resolveu mudar suas regras para incentivar a produção de filmes mais dramáticos.
Nosso amigo Derek da Foreverskim escreveu um ótimo texto expressando seus sentimentos sobre essa mudança.
Para quem não leu na Foreverskim, aqui vai a versão em português.
O X-Dance é possivelmente o maior e mais respeitado festival de filmes de esportes de ação no mundo. Ele começou em 2001 com a missão de “nutrir o crescimento da produção de filmes sobre esportes de ação” e dar o respectivo reconhecimento aos atletas e diretores, nos últimos sete anos eles mantiveram essa palavra. O X-Dance mostrou filmes incríveis dentro de todo o espectro dos esportes de ação. Eles também conseguiram atrair a atenção de Hollywood, constantemente deixando mais tênue a linha entre a industria dos esportes radicais e a industria do entretenimento. Talvez tenha sido isso que inspirou o recente erro. Os filmes no X-Dance sempre foram julgados baseados em seus méritos como filmes, e os nomeados eram escolhidos baseados na cinematografia, na edição, na historia, na música e na ação. Esse ano, os filmes foram julgados usando essas categorias, mas cada categoria tinha um valor igual no resultado final, ou seja, os filmes premiados geralmente foram os que ganharam notas boas em todas as categorias. Isso é um problema por algumas razões; a maior de todas é porque o esportes de ação estão sempre crescendo, tanto dentro dos esportes existentes, quanto com a criação de novos. Todo ano surgem novas possibilidades para que os atletas se considerem participantes de uma esporte de ação, o que significa novos olhares sobre esse esporte, e acaba gerando diversos filmes. Esse constante expansão agora esbarra no fato de que existem gêneros dentro dos filmes de esporte de ação.
É como se o Oscar resolvesse criar uma categoria de “melhor filme” e juntasse todos os filmes nela. Sem separações entre documentários, “melhor filme estrangeiro” ou “melhor animação”. A parte mais triste é que o X-Dance está fazendo isso com um objetivo: o de eliminar o que eles chamam de “action porn”.
Em um comunicado feito em dezembro de 2008, eles declararam que esse formato “vai fazer com que a industria cinematográfica de esportes de ação mude dos filmes focados apenas em adrenalina para filmes que possam ter um reconhecimento legítimo com produção cinematográfica em uma maior escala.
Não há como não pensar que o X-Dance Film Festival passou sete anos guardando sua última dança para Hollywood.
A chamada “action porn” alimenta a imagem dos esportes de ação. Alguns dos filmes mais emocionantes de assistir vão diretamente ao ponto e mostram imagens fantásticas e impressionantes adicionadas de uma música empolgante. Sem narrações ou storyline, apenas atletas fazendo o que eles fazem melhor e diretores talentosos colocando suas visões sobre o esporte.
Vamos olhar para o mundo do skimboard e falar sobre o que rapidamente se tornou um marco para o vídeos de skimboard, a Exile lançou o Bearded em 2005. Alguns dos melhores skimboarders do planeta, andando nas melhores condições possíveis; o filme que possivelmente mostrou para mais pessoas o que skimboard realmente é. Todos gostam, ficam impressionados e mudam de idéia sobre o esporte. Em 2006 eu tive a oportunidade de mostrar o filme para várias pessoas da Action Sports Group, e a reação confirmou na minha mente para sempre que “action porn” não é apenas essencial para os esportes de ação, mas é também uma das mais influentes formas de se fazer um filme de esportes de ação. Não existe uma melhor forma de resumir um esporte do que 35 minutos dos melhores momento, como o Bearded.
Eu não quero dizer que documentários ou filmes com storylines não tem apelo. É uma realidade, que aparentemente está sendo liderada pelo surf, de que mais e mais os filmes serão criados a partir de uma historia; se o X-Dance criou essa mudança ou não, ainda é muito cedo para falar mas é obvio que eles estão fazendo a parte que lhes cabe e ajudando nessa mudança. Nosso objetivo deveria ser de que o X-Dance não tente acabar com o “action porn” mas sim transformar o “action porn” em um gênero da cinematografia de esportes de ação. Como nós podemos simplesmente ignorar tudo que o “action porn” fez pelos esportes de ação? Como podemos ignorar algo que faz parte da nossa cultura sobre os esportes de ação?
A realidade é que nós não podemos deixar de lado de onde viemos. Espero que o “action porn” ainda tenha uma longa vida!
Derek Makekau
Esse ano a premiação do X Dance foi dominada pelo filme da Quiksilver e da Red Bull sobre o snowboarder Travis Rice, que já foi bastante falado por aqui. O filme é uma mistura de alguma história sobre Rice e bastante action porn. Mas, vale lembrar, que os recursos cinematográficos usados nesse filmes são realmente impressionantes. Ano que vem talvez o vencedor não tenha lá muito minutos de action porn....
A galera do SkimBrasil concorda plenamente com o Derek e espera que os produtores não se importem muito com as mudanças no X Dance e continuem a fazer o bom e velho action porn!!
Resultados do X Dance:
Melhor filme: That's it That's all (o SkimBrasil recomenda!)
Diretor: The fine line - Dave Mossop
Edição: Uniquely (o SkimBrasil recomenda!)
Cinematografia: That's it That's all
Trilha Sonora: Archy
Curta metragem: Looking thru the B-sides
Adventure: The Sharp end
Core movie: Reasons
Documentário: Between the Lines
Biografia: Clay Marzo: Just add water (o SkimBrasil recomenda!)
Emerging Filmmaker: Chasing Waves - Dave Arnold e Tyrone Lebon
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Munir's sequence :: The Itacoatiara session
21/01/09 21:13
Exile 2009
21/01/09 21:11
Itacoatiara 19 de Janeiro
18/01/09 22:13
Nos últimos dias o mar ficou muito bom
pela zona sul do Rio de Janeiro. No entanto, Ipanema e Leblon não
vinham rolando com a maré cheia, as ondas ficavam gordas e não
quebravam direito. Esse domingo, a maré cheia foi de manha cedo,
portanto precisamos achar um lugar que estivesse rolando com a maré
cheia, porque seria impossível skiar durante a tarde devido a
previsão de tempo bom e muito calor, que com certeza traria o crowd
para todas as praias do Rio. Resolvemos partir para itacoatiara,
Niterói, na esperança de conseguir evitar um pouco o crowd e
conseguir skiar. Acordamos cedo e pegamos a ponte. Quando chegamos
lá, o mar não estava lá muito bom. A maré cheia em itacoatiara
também fez as ondas gordas e praticamente sem parede. No final das
contas ficamos com o sentimento que teria sido melhor arriscar
algum lugar na zona sul ou até mesmo São Conrado, que costuma rolar
na maré cheia durante os swells fracos de leste do verão
carioca.
Como já estávamos lá do outro lado da ponte decidimos fazer o melhor possível com as ondas de itacoatiara. Em um clima "tá na chuva é para se molhar". O Guilherme (Hantaro), como sempre, estava empolgado e começou a session achando uns wraps...

Durante boa parte do dia a boa era treinar air drops... As ondas realmente não tinham parede alguma...

O Hantaro estava inspirado e se esforçou... Correu muito, arriscou um late wraps, mas, nada das ondas formarem as paredes que a gente pegou no Leblon na sexta-feira...

Com a maré já abaixando e os moradores de Niterói ainda dormindo as paredes começaram a tentar aparecer... mas nada muito empolgante...

Hantaro correndo atrás de uma...

Matheus também correu bastante atrás de umas paredes...

Munir achando uma massa d'água... não dá para chamar isso de onda...
Os banhistas não tinham acordado ainda, mas, infelizmente, alguns surfistas e bodyboarders estavam forçando a barra e tentando pegar as ondas sem parede, que ainda por cima quebravam bem perto da beira...

Munir sendo raberado...

Matheus também achou algumas massas d'água...
Só para não falar que ninguém achou uma parede... O Munir achou isso... não chega a ser uma parede com P, mas engana...



No entanto, a onda mais impressionante do dia foi essa onda do Munir:

Ele conseguiu chegar muito longe e com muita velocidade para voltar nessa onda....
Como já estávamos lá do outro lado da ponte decidimos fazer o melhor possível com as ondas de itacoatiara. Em um clima "tá na chuva é para se molhar". O Guilherme (Hantaro), como sempre, estava empolgado e começou a session achando uns wraps...

Durante boa parte do dia a boa era treinar air drops... As ondas realmente não tinham parede alguma...

O Hantaro estava inspirado e se esforçou... Correu muito, arriscou um late wraps, mas, nada das ondas formarem as paredes que a gente pegou no Leblon na sexta-feira...

Com a maré já abaixando e os moradores de Niterói ainda dormindo as paredes começaram a tentar aparecer... mas nada muito empolgante...

Hantaro correndo atrás de uma...

Matheus também correu bastante atrás de umas paredes...

Munir achando uma massa d'água... não dá para chamar isso de onda...
Os banhistas não tinham acordado ainda, mas, infelizmente, alguns surfistas e bodyboarders estavam forçando a barra e tentando pegar as ondas sem parede, que ainda por cima quebravam bem perto da beira...

Munir sendo raberado...

Matheus também achou algumas massas d'água...
Só para não falar que ninguém achou uma parede... O Munir achou isso... não chega a ser uma parede com P, mas engana...



No entanto, a onda mais impressionante do dia foi essa onda do Munir:

Ele conseguiu chegar muito longe e com muita velocidade para voltar nessa onda....
Leblon 16 de Janeiro
17/01/09 10:04
Com o verão, e os calmos swells de
leste o fundo costuma ficar bom para o skimboard na zona sul do Rio
de Janeiro. Essa semana rolaram boas ondas praticamente durante
toda a semana. Hoje, em particular, pegamos um mar muito divertido
no Leblon, em frente ao posto 12. Felizmente não estava sol e a
praia estava bem vazia, bem diferente dos outros dias da semana. A
galera chegou cedo na praia e fez a cabeça. O mar verdinho deu uma
ajudada nas fotos mas realmente tirar fotos em um dia nublado nunca
é a mesma coisa daquele sol frenético carioca.

Munir acordou muito cedo e atravessou a ponte atrás de umas ondas...

Como vocês já viram no post do ZonaSkim... o negócio estava bem bom no leblon... Matheus e seu estilo "skimboard é tão fácil"

Matheus em outra onda verdinha...

Hantaro só precisou andar algumas quadras... Skiar perto de casa sempre é bom...

não ventou o dia inteiro... glassy all day long...

Munir achou várias paredes...

várias mesmo...

Munir...

no final da tarde o mar continuava super glassye a luz melhorou bastante, mas, como não se pode ganhar todas a maré encheu demais e as ondas ficaram gordas e não quebravam muito bem...

Munir acordou muito cedo e atravessou a ponte atrás de umas ondas...

Como vocês já viram no post do ZonaSkim... o negócio estava bem bom no leblon... Matheus e seu estilo "skimboard é tão fácil"

Matheus em outra onda verdinha...

Hantaro só precisou andar algumas quadras... Skiar perto de casa sempre é bom...

não ventou o dia inteiro... glassy all day long...

Munir achou várias paredes...

várias mesmo...

Munir...

no final da tarde o mar continuava super glassye a luz melhorou bastante, mas, como não se pode ganhar todas a maré encheu demais e as ondas ficaram gordas e não quebravam muito bem...
Foreverskim
08/01/09 15:35
Batardubreak edit from Portugal
04/01/09 00:29
A galera do Batardubreak fez uma
edição muito boa e divertida de umas imagens de Portugal. As ondas
e os riders ajudaram! Têm uns overheads lindos...
Batardubreak - International Estoril 08' from Batardubreak on Vimeo.
Batardubreak - International Estoril 08' from Batardubreak on Vimeo.




























































