SkimBrasil entrevista Hank Snapp - Novidades na Exile e no UST
05/03/09 14:09
Para quem não sabe Hank Snapp é
manager da loja da Exile em San Clement na California. O SkimBrasil
já teve a oportunidade de estrevistar ele antes. Se você perdeu
essa entrevista basta clicar aqui. Essa primeira entrevista que
fizemos com ele responde muitas das suas dúvidas sobre diferentes
shapes e tamanhos de pranchas. Se você está pensando em trocar de
prancha, você precisa ler essa entrevista.
SkimBrasil: Antes de tudo, parabéns pelas novidades na linha de 2009! Pode-se realmente ver que vocês mudaram bastante coisas para 2009 e tudo parece muito style! Vamos começar com o modelo do Brad Domke. Quais são as principais diferenças dessa prancha para o modelo do Paulo Prietto? Qualquer um que pegar a prancha do Domke vai sair por aí acertando air drops enormes?!
Hank: O modelo do Domke foi desenvolvido em cima do modelo do Paulo. Ambas tem o mesmo shape, mas o modelo do Brad tem uma parte maior do rocker flat que um rocker hybrid normal, isso trás algumas vantagens do rocker traditional, mas sem que seja um situação tão estrema como uma prancha que tenha rocker traditional. Eu penso que é um ótimo meio do caminho entre o hybrid rocker e o traditional rocker. A gente não garante que vai ajudar você a mandar air drops, mas com certeza ajudará você a ter mais velocidade. Nós já vínhamos fazendo isso para o Brad há um tempo, ele gosta bastante para mares na Florida e na costa leste de uma forma geral. Outra diferença é que o modelo do Domke vem texturizado e o modelo do Paulo vem glossy. Claro que você pode comprar qualquer um dos modelos com o finish que você quiser.
SkimBrasil: Outra grande diferença para o ano passado são as artes. Agora vocês fazem artes no fundo da prancha e arte bastante complexas. Como que foi isso? O que vocês descobriram que não estão contando para ninguém?
Hank: Infelizmente, o que a gente consegue fazer de arte no parte de cima da prancha ainda é bem limitado comparando com o que podemos fazer em termos de arte no fundo da prancha. Tiveram três coisas que a gente teve que descobrir para poder oferecer arte no fundo da prancha.
Primeiramente nosso objetivo é fazer a prancha mais resistente para o peso da mesma. Qualquer um que já andou com as nossas pranchas sabe que elas são fortes e leves. Nossa primeira preocupação quando fazemos uma inovação é não fugir disso. Depois de dar marteladas no meu modelo de testes e propositalmente bater na pedras de Aliso em alta velocidade, eu posso garantir que as pranchas novas são tão resistente quanto antes. A minha prancha pesa 2.1Kg com os pads, então, não há nenhum aumento de peso significativo. Nossa segunda preocupação era fazer a arte do fundo da prancha algo em conta para os consumidores e para a própria Exile. Eu penso que para o preço da arte customizada, nós conseguimos isso. O terceiro objetivo era conseguir fazer artes melhores que as dos nossos competidores. Realmente distanciar a Exile nesse sentido.
Isso provavelmente envolve o gosto de cada um, mas eu estou muito satisfeito com os designs. Tomará que os nosso consumidores também estejam.
SkimBrasil: Esse ano vocês também tem uma linha de roupas e acessórios bem maior. Qual é o plano para o ano que vem?! Arrumar várias modelos para desfilar em uma passarela? Agora, sem brincadeiras, eu gostei bastante dos designs. Quem está fazendo eles?
Hank: Eu acho que a linha de roupas desse ano é a novidade mais legal. Eu penso que no passado dependia muito do gosto de cada um se você gostava das roupas da Exile ou não, mas esse ano nós temos algo para cada gosto. Isso sem falar que a qualidade dos materiais usados também está melhor esse ano, então, tudo é muito confortável de usar. Richard, um skimboarder da Holanda e o Grady desenvolveram os designs. Eu tenho que admitir que os dois fizeram um ótimo trabalho.
SkimBrasil: E o novo Bearded? Alguma idéia de quando que vai sair? Qualquer “inside info” sobre quem acertou que manobra ou sobre quem tem a primeira e a última parte é super bem vinda.
Hank: Da última vez que ouvi o próximo filme estará a venda antes do verão americano (no caso de vocês do inverno). Portanto imagino que o filme saia logo. Eu ouvi uns boatos que eu tenho a primeira parte e o Steve tem a última parte hahaha. Infelizmente para mim e para o Steve isso não é verdade. (Steve Taylor é o outro manager da loja da Exile). Para ser honesto eu não sei muito sobre o filme, e se eu soubesse também não estragaria a surpresa. Eu posso dizer que eu já vi uns pedaços e também tive o prazer de filmar algumas cenas, tenho certeza que será melhor que o primeiro. Posso garantir que tem altas ondas.
SkimBrasil: Todos sabemos que vocês estão sempre muito focados em inovar e aumentar a qualidade dos produtos. Tem alguma coisa que você possa andiantar para 2010?
Hank: Ainda é um pouco cedo para falar sobre 2010. Espero que a arte no fundo da prancha seja bem recebida esse ano e que possamos oferecer mais opções em 2010. Espero, também, que a gente consiga continuar expandindo a nossa linha de roupas e acessórios. Nós estamos sempre experimentando novas formas de fazer pranchas mais leves e resistentes então nunca se sabe se alguma coisa nova surgirá desses testes.
SkimBrasil: Vamos falar um pouco sobre a UST agora. Você poderia falar um pouco sobre como você ou o time da Exile pensam sobre as novas regras? A mudança para os 6 melhores resultados das 8 etapas para a formulação do ranking parece ser uma boa mudança para mim. (antes todas as 8 contavam). Mas, por outro lado, você acha que pode afetar a quantidade de atletas nas etapas da costa leste, aonde as ondas são conhecidas como não tão boas?
Hank: Eu estou bastante curioso para ver como essas mudanças afetarão a UST. No momento eu estou totalmente em cima do muro, eu prefiro esperar para ver o que vai acontecer antes de fazer qualquer julgamento. Eu consigo ver como isso poderia afetar negativamente algumas etapas, ao mesmo tempo eu não tenho tanta certeza se isso vai acontecer mesmo. A maioria dos atletas não acham que vai mudar muita coisa. Os pros estão meio que divididos meio a meio entre os que moram na costa oeste e os que moram na costa leste, eu penso que todos os top pros continuarão indo a todos os eventos, ou pelo menos grande parte deles. Por exemplo, um pro top da costa oeste como o Bill ou o Paulo pode pensar “ah eu não tenho porque ir até Vilano (na Florida), nos últimos anos as condições não estavam boas e eu tenho direito a descartar dois resultados” Mas, ao mesmo tempo tem o Brad Domke, o Stephen Bradford, o Corbin Dull e vários outros pros nascidos na costa leste que são capazes de ganhar qualquer torneio. Então você tem um cara desses pensando “ok, o Bill não vai, e tem bastante pros, então se eu ganhar essa etapa eu ainda ganho os mesmos 1000 pontos... Eu tenho uma boa chance e isso pode me colocar bem próximo do topo do ranking”. Eu penso que mentalmente é uma boa coisa e talvez torne a disputa ainda mais acirrada.
SkimBrasil: A nova regra sobre quanto vale cada etapa, baseada na quantidade de participantes, também parece bem justa. Mas, por outro lado, pode fazer a etapa de Cabo valer menos que uma etapa na costa leste, por exemplo. Você não acha que seria importante para a imagem do esporte se a etapa de Cabo fosse tratada de uma forma especial, valendo mais pontos, para atrair mais mídia para uma etapa aonde a probabilidade das ondas estarem boas seja maior? Na opinião do SkimBrasil o vídeo da UST de Cabo, “Cabo Clássico” pode ser visto como uma das melhores mídias do esporte, quase como o Bearded.
Hank: Nossa, essa é uma pergunta difícil. Tudo vai depender mesmo de quantos competidores teremos em cada etapa. Mas, se você usar o ano passado como base, tanto Cabo quanto Vilano tiveram mais ou menos a mesma quantidade de pros, então essa nova regra dos pontos não faria muita diferença. Eu consigo entender como as novas regras foram feitas para balancear uma a outra, e que essencialmente, quanto mais riders mais baterias você terá que passar para chegar na final e portanto mais difícil será o campeonato. O sistema premia quem ganha mais baterias. Ao mesmo tempo, eu não tenho certeza sobre o meu posicionamento sobre essa segunda mudança. Na verdade, eu tendo a pensar que todas as etapas deveriam valer o mesmo. Talvez o maior problema dessa nova regra é que ela não leva em consideração o nível dos riders. Falando hipoteticamente... e se você tiver uma situação aonde o campeonato tem 21 ou menos riders inscritos mas eles são os 21 primeiros do ranking do ano passado. Porque o vencedor dessa etapa recebe menos pontos?! Mesmo com 21 riders essa ainda é uma etapa muito difícil. Agora, e se você tiver uma etapa aonde os 21 primeiros do ranking do ano passado resolvem não ir, mas tem mais de 46 riders inscritos... porque o vencedor dessa etapa ganha quase 100 pontos a mais que o vencedor da primeira hipótese. Eu particularmente argumento que a primeira hipótese é uma etapa mais difícil que a segunda mesmo a primeira tendo menos baterias. Para mim isso não faz muito sentido, mas, eu não sou um dos envolvidos na organização. Por outro lado, essa hipótese é muito pouco provável. Imagino que grande parte dos pros continuarão participando de todos ou quase todos os eventos, deixando o sistema de pontuação sem muitas alterações.
O SkimBrasil gostaria de, mais uma vez, agradecer ao Hank pela entrevista e pela paciência.
Se você se escondeu dentro de uma caverna sem internet e muito longe de outros skimmers e ainda não viu o catalogo novo da Exile é só clicar aqui
Se você acha que você é muito melhor que o Bill Bryan, que você deixa o Paulo Prietto parecendo uma criança perdida em the Wedge e que o seus air drops são 2 vezes maiores que os do Brad Domke, você, provavelmente, nem precisou ver as regras novas do UST. Mas, se você quer entender melhor sobre o campeonato que da o título de melhor skimmer do ano é só clicar aqui
SkimBrasil: Antes de tudo, parabéns pelas novidades na linha de 2009! Pode-se realmente ver que vocês mudaram bastante coisas para 2009 e tudo parece muito style! Vamos começar com o modelo do Brad Domke. Quais são as principais diferenças dessa prancha para o modelo do Paulo Prietto? Qualquer um que pegar a prancha do Domke vai sair por aí acertando air drops enormes?!
Hank: O modelo do Domke foi desenvolvido em cima do modelo do Paulo. Ambas tem o mesmo shape, mas o modelo do Brad tem uma parte maior do rocker flat que um rocker hybrid normal, isso trás algumas vantagens do rocker traditional, mas sem que seja um situação tão estrema como uma prancha que tenha rocker traditional. Eu penso que é um ótimo meio do caminho entre o hybrid rocker e o traditional rocker. A gente não garante que vai ajudar você a mandar air drops, mas com certeza ajudará você a ter mais velocidade. Nós já vínhamos fazendo isso para o Brad há um tempo, ele gosta bastante para mares na Florida e na costa leste de uma forma geral. Outra diferença é que o modelo do Domke vem texturizado e o modelo do Paulo vem glossy. Claro que você pode comprar qualquer um dos modelos com o finish que você quiser.
SkimBrasil: Outra grande diferença para o ano passado são as artes. Agora vocês fazem artes no fundo da prancha e arte bastante complexas. Como que foi isso? O que vocês descobriram que não estão contando para ninguém?
Hank: Infelizmente, o que a gente consegue fazer de arte no parte de cima da prancha ainda é bem limitado comparando com o que podemos fazer em termos de arte no fundo da prancha. Tiveram três coisas que a gente teve que descobrir para poder oferecer arte no fundo da prancha.
Primeiramente nosso objetivo é fazer a prancha mais resistente para o peso da mesma. Qualquer um que já andou com as nossas pranchas sabe que elas são fortes e leves. Nossa primeira preocupação quando fazemos uma inovação é não fugir disso. Depois de dar marteladas no meu modelo de testes e propositalmente bater na pedras de Aliso em alta velocidade, eu posso garantir que as pranchas novas são tão resistente quanto antes. A minha prancha pesa 2.1Kg com os pads, então, não há nenhum aumento de peso significativo. Nossa segunda preocupação era fazer a arte do fundo da prancha algo em conta para os consumidores e para a própria Exile. Eu penso que para o preço da arte customizada, nós conseguimos isso. O terceiro objetivo era conseguir fazer artes melhores que as dos nossos competidores. Realmente distanciar a Exile nesse sentido.
Isso provavelmente envolve o gosto de cada um, mas eu estou muito satisfeito com os designs. Tomará que os nosso consumidores também estejam.
SkimBrasil: Esse ano vocês também tem uma linha de roupas e acessórios bem maior. Qual é o plano para o ano que vem?! Arrumar várias modelos para desfilar em uma passarela? Agora, sem brincadeiras, eu gostei bastante dos designs. Quem está fazendo eles?
Hank: Eu acho que a linha de roupas desse ano é a novidade mais legal. Eu penso que no passado dependia muito do gosto de cada um se você gostava das roupas da Exile ou não, mas esse ano nós temos algo para cada gosto. Isso sem falar que a qualidade dos materiais usados também está melhor esse ano, então, tudo é muito confortável de usar. Richard, um skimboarder da Holanda e o Grady desenvolveram os designs. Eu tenho que admitir que os dois fizeram um ótimo trabalho.
SkimBrasil: E o novo Bearded? Alguma idéia de quando que vai sair? Qualquer “inside info” sobre quem acertou que manobra ou sobre quem tem a primeira e a última parte é super bem vinda.
Hank: Da última vez que ouvi o próximo filme estará a venda antes do verão americano (no caso de vocês do inverno). Portanto imagino que o filme saia logo. Eu ouvi uns boatos que eu tenho a primeira parte e o Steve tem a última parte hahaha. Infelizmente para mim e para o Steve isso não é verdade. (Steve Taylor é o outro manager da loja da Exile). Para ser honesto eu não sei muito sobre o filme, e se eu soubesse também não estragaria a surpresa. Eu posso dizer que eu já vi uns pedaços e também tive o prazer de filmar algumas cenas, tenho certeza que será melhor que o primeiro. Posso garantir que tem altas ondas.
SkimBrasil: Todos sabemos que vocês estão sempre muito focados em inovar e aumentar a qualidade dos produtos. Tem alguma coisa que você possa andiantar para 2010?
Hank: Ainda é um pouco cedo para falar sobre 2010. Espero que a arte no fundo da prancha seja bem recebida esse ano e que possamos oferecer mais opções em 2010. Espero, também, que a gente consiga continuar expandindo a nossa linha de roupas e acessórios. Nós estamos sempre experimentando novas formas de fazer pranchas mais leves e resistentes então nunca se sabe se alguma coisa nova surgirá desses testes.
SkimBrasil: Vamos falar um pouco sobre a UST agora. Você poderia falar um pouco sobre como você ou o time da Exile pensam sobre as novas regras? A mudança para os 6 melhores resultados das 8 etapas para a formulação do ranking parece ser uma boa mudança para mim. (antes todas as 8 contavam). Mas, por outro lado, você acha que pode afetar a quantidade de atletas nas etapas da costa leste, aonde as ondas são conhecidas como não tão boas?
Hank: Eu estou bastante curioso para ver como essas mudanças afetarão a UST. No momento eu estou totalmente em cima do muro, eu prefiro esperar para ver o que vai acontecer antes de fazer qualquer julgamento. Eu consigo ver como isso poderia afetar negativamente algumas etapas, ao mesmo tempo eu não tenho tanta certeza se isso vai acontecer mesmo. A maioria dos atletas não acham que vai mudar muita coisa. Os pros estão meio que divididos meio a meio entre os que moram na costa oeste e os que moram na costa leste, eu penso que todos os top pros continuarão indo a todos os eventos, ou pelo menos grande parte deles. Por exemplo, um pro top da costa oeste como o Bill ou o Paulo pode pensar “ah eu não tenho porque ir até Vilano (na Florida), nos últimos anos as condições não estavam boas e eu tenho direito a descartar dois resultados” Mas, ao mesmo tempo tem o Brad Domke, o Stephen Bradford, o Corbin Dull e vários outros pros nascidos na costa leste que são capazes de ganhar qualquer torneio. Então você tem um cara desses pensando “ok, o Bill não vai, e tem bastante pros, então se eu ganhar essa etapa eu ainda ganho os mesmos 1000 pontos... Eu tenho uma boa chance e isso pode me colocar bem próximo do topo do ranking”. Eu penso que mentalmente é uma boa coisa e talvez torne a disputa ainda mais acirrada.
SkimBrasil: A nova regra sobre quanto vale cada etapa, baseada na quantidade de participantes, também parece bem justa. Mas, por outro lado, pode fazer a etapa de Cabo valer menos que uma etapa na costa leste, por exemplo. Você não acha que seria importante para a imagem do esporte se a etapa de Cabo fosse tratada de uma forma especial, valendo mais pontos, para atrair mais mídia para uma etapa aonde a probabilidade das ondas estarem boas seja maior? Na opinião do SkimBrasil o vídeo da UST de Cabo, “Cabo Clássico” pode ser visto como uma das melhores mídias do esporte, quase como o Bearded.
Hank: Nossa, essa é uma pergunta difícil. Tudo vai depender mesmo de quantos competidores teremos em cada etapa. Mas, se você usar o ano passado como base, tanto Cabo quanto Vilano tiveram mais ou menos a mesma quantidade de pros, então essa nova regra dos pontos não faria muita diferença. Eu consigo entender como as novas regras foram feitas para balancear uma a outra, e que essencialmente, quanto mais riders mais baterias você terá que passar para chegar na final e portanto mais difícil será o campeonato. O sistema premia quem ganha mais baterias. Ao mesmo tempo, eu não tenho certeza sobre o meu posicionamento sobre essa segunda mudança. Na verdade, eu tendo a pensar que todas as etapas deveriam valer o mesmo. Talvez o maior problema dessa nova regra é que ela não leva em consideração o nível dos riders. Falando hipoteticamente... e se você tiver uma situação aonde o campeonato tem 21 ou menos riders inscritos mas eles são os 21 primeiros do ranking do ano passado. Porque o vencedor dessa etapa recebe menos pontos?! Mesmo com 21 riders essa ainda é uma etapa muito difícil. Agora, e se você tiver uma etapa aonde os 21 primeiros do ranking do ano passado resolvem não ir, mas tem mais de 46 riders inscritos... porque o vencedor dessa etapa ganha quase 100 pontos a mais que o vencedor da primeira hipótese. Eu particularmente argumento que a primeira hipótese é uma etapa mais difícil que a segunda mesmo a primeira tendo menos baterias. Para mim isso não faz muito sentido, mas, eu não sou um dos envolvidos na organização. Por outro lado, essa hipótese é muito pouco provável. Imagino que grande parte dos pros continuarão participando de todos ou quase todos os eventos, deixando o sistema de pontuação sem muitas alterações.
O SkimBrasil gostaria de, mais uma vez, agradecer ao Hank pela entrevista e pela paciência.
Se você se escondeu dentro de uma caverna sem internet e muito longe de outros skimmers e ainda não viu o catalogo novo da Exile é só clicar aqui
Se você acha que você é muito melhor que o Bill Bryan, que você deixa o Paulo Prietto parecendo uma criança perdida em the Wedge e que o seus air drops são 2 vezes maiores que os do Brad Domke, você, provavelmente, nem precisou ver as regras novas do UST. Mas, se você quer entender melhor sobre o campeonato que da o título de melhor skimmer do ano é só clicar aqui
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