Cira Skimboards

A galera da Cira Skimboards de Portugal está com um site muito legal. E segundo as nossas fontes a pranchas são muito boas também!

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SkimBrasil entrevista Hank Snapp - Novidades na Exile e no UST

Para quem não sabe Hank Snapp é manager da loja da Exile em San Clement na California. O SkimBrasil já teve a oportunidade de estrevistar ele antes. Se você perdeu essa entrevista basta clicar aqui. Essa primeira entrevista que fizemos com ele responde muitas das suas dúvidas sobre diferentes shapes e tamanhos de pranchas. Se você está pensando em trocar de prancha, você precisa ler essa entrevista.

SkimBrasil: Antes de tudo, parabéns pelas novidades na linha de 2009! Pode-se realmente ver que vocês mudaram bastante coisas para 2009 e tudo parece muito style! Vamos começar com o modelo do Brad Domke. Quais são as principais diferenças dessa prancha para o modelo do Paulo Prietto? Qualquer um que pegar a prancha do Domke vai sair por aí acertando air drops enormes?!

Hank: O modelo do Domke foi desenvolvido em cima do modelo do Paulo. Ambas tem o mesmo shape, mas o modelo do Brad tem uma parte maior do rocker flat que um rocker hybrid normal, isso trás algumas vantagens do rocker traditional, mas sem que seja um situação tão estrema como uma prancha que tenha rocker traditional. Eu penso que é um ótimo meio do caminho entre o hybrid rocker e o traditional rocker. A gente não garante que vai ajudar você a mandar air drops, mas com certeza ajudará você a ter mais velocidade. Nós já vínhamos fazendo isso para o Brad há um tempo, ele gosta bastante para mares na Florida e na costa leste de uma forma geral. Outra diferença é que o modelo do Domke vem texturizado e o modelo do Paulo vem glossy. Claro que você pode comprar qualquer um dos modelos com o finish que você quiser.


SkimBrasil: Outra grande diferença para o ano passado são as artes. Agora vocês fazem artes no fundo da prancha e arte bastante complexas. Como que foi isso? O que vocês descobriram que não estão contando para ninguém?

Hank: Infelizmente, o que a gente consegue fazer de arte no parte de cima da prancha ainda é bem limitado comparando com o que podemos fazer em termos de arte no fundo da prancha. Tiveram três coisas que a gente teve que descobrir para poder oferecer arte no fundo da prancha.
Primeiramente nosso objetivo é fazer a prancha mais resistente para o peso da mesma. Qualquer um que já andou com as nossas pranchas sabe que elas são fortes e leves. Nossa primeira preocupação quando fazemos uma inovação é não fugir disso. Depois de dar marteladas no meu modelo de testes e propositalmente bater na pedras de Aliso em alta velocidade, eu posso garantir que as pranchas novas são tão resistente quanto antes. A minha prancha pesa 2.1Kg com os pads, então, não há nenhum aumento de peso significativo. Nossa segunda preocupação era fazer a arte do fundo da prancha algo em conta para os consumidores e para a própria Exile. Eu penso que para o preço da arte customizada, nós conseguimos isso. O terceiro objetivo era conseguir fazer artes melhores que as dos nossos competidores. Realmente distanciar a Exile nesse sentido.
Isso provavelmente envolve o gosto de cada um, mas eu estou muito satisfeito com os designs. Tomará que os nosso consumidores também estejam.


SkimBrasil: Esse ano vocês também tem uma linha de roupas e acessórios bem maior. Qual é o plano para o ano que vem?! Arrumar várias modelos para desfilar em uma passarela? Agora, sem brincadeiras, eu gostei bastante dos designs. Quem está fazendo eles?

Hank: Eu acho que a linha de roupas desse ano é a novidade mais legal. Eu penso que no passado dependia muito do gosto de cada um se você gostava das roupas da Exile ou não, mas esse ano nós temos algo para cada gosto. Isso sem falar que a qualidade dos materiais usados também está melhor esse ano, então, tudo é muito confortável de usar. Richard, um skimboarder da Holanda e o Grady desenvolveram os designs. Eu tenho que admitir que os dois fizeram um ótimo trabalho.


SkimBrasil: E o novo Bearded? Alguma idéia de quando que vai sair? Qualquer “inside info” sobre quem acertou que manobra ou sobre quem tem a primeira e a última parte é super bem vinda.

Hank: Da última vez que ouvi o próximo filme estará a venda antes do verão americano (no caso de vocês do inverno). Portanto imagino que o filme saia logo. Eu ouvi uns boatos que eu tenho a primeira parte e o Steve tem a última parte hahaha. Infelizmente para mim e para o Steve isso não é verdade. (Steve Taylor é o outro manager da loja da Exile). Para ser honesto eu não sei muito sobre o filme, e se eu soubesse também não estragaria a surpresa. Eu posso dizer que eu já vi uns pedaços e também tive o prazer de filmar algumas cenas, tenho certeza que será melhor que o primeiro. Posso garantir que tem altas ondas.


SkimBrasil: Todos sabemos que vocês estão sempre muito focados em inovar e aumentar a qualidade dos produtos. Tem alguma coisa que você possa andiantar para 2010?

Hank: Ainda é um pouco cedo para falar sobre 2010. Espero que a arte no fundo da prancha seja bem recebida esse ano e que possamos oferecer mais opções em 2010. Espero, também, que a gente consiga continuar expandindo a nossa linha de roupas e acessórios. Nós estamos sempre experimentando novas formas de fazer pranchas mais leves e resistentes então nunca se sabe se alguma coisa nova surgirá desses testes.


SkimBrasil: Vamos falar um pouco sobre a UST agora. Você poderia falar um pouco sobre como você ou o time da Exile pensam sobre as novas regras? A mudança para os 6 melhores resultados das 8 etapas para a formulação do ranking parece ser uma boa mudança para mim. (antes todas as 8 contavam). Mas, por outro lado, você acha que pode afetar a quantidade de atletas nas etapas da costa leste, aonde as ondas são conhecidas como não tão boas?

Hank: Eu estou bastante curioso para ver como essas mudanças afetarão a UST. No momento eu estou totalmente em cima do muro, eu prefiro esperar para ver o que vai acontecer antes de fazer qualquer julgamento. Eu consigo ver como isso poderia afetar negativamente algumas etapas, ao mesmo tempo eu não tenho tanta certeza se isso vai acontecer mesmo. A maioria dos atletas não acham que vai mudar muita coisa. Os pros estão meio que divididos meio a meio entre os que moram na costa oeste e os que moram na costa leste, eu penso que todos os top pros continuarão indo a todos os eventos, ou pelo menos grande parte deles. Por exemplo, um pro top da costa oeste como o Bill ou o Paulo pode pensar “ah eu não tenho porque ir até Vilano (na Florida), nos últimos anos as condições não estavam boas e eu tenho direito a descartar dois resultados” Mas, ao mesmo tempo tem o Brad Domke, o Stephen Bradford, o Corbin Dull e vários outros pros nascidos na costa leste que são capazes de ganhar qualquer torneio. Então você tem um cara desses pensando “ok, o Bill não vai, e tem bastante pros, então se eu ganhar essa etapa eu ainda ganho os mesmos 1000 pontos... Eu tenho uma boa chance e isso pode me colocar bem próximo do topo do ranking”. Eu penso que mentalmente é uma boa coisa e talvez torne a disputa ainda mais acirrada.


SkimBrasil: A nova regra sobre quanto vale cada etapa, baseada na quantidade de participantes, também parece bem justa. Mas, por outro lado, pode fazer a etapa de Cabo valer menos que uma etapa na costa leste, por exemplo. Você não acha que seria importante para a imagem do esporte se a etapa de Cabo fosse tratada de uma forma especial, valendo mais pontos, para atrair mais mídia para uma etapa aonde a probabilidade das ondas estarem boas seja maior? Na opinião do SkimBrasil o vídeo da UST de Cabo, “Cabo Clássico” pode ser visto como uma das melhores mídias do esporte, quase como o Bearded.

Hank: Nossa, essa é uma pergunta difícil. Tudo vai depender mesmo de quantos competidores teremos em cada etapa. Mas, se você usar o ano passado como base, tanto Cabo quanto Vilano tiveram mais ou menos a mesma quantidade de pros, então essa nova regra dos pontos não faria muita diferença. Eu consigo entender como as novas regras foram feitas para balancear uma a outra, e que essencialmente, quanto mais riders mais baterias você terá que passar para chegar na final e portanto mais difícil será o campeonato. O sistema premia quem ganha mais baterias. Ao mesmo tempo, eu não tenho certeza sobre o meu posicionamento sobre essa segunda mudança. Na verdade, eu tendo a pensar que todas as etapas deveriam valer o mesmo. Talvez o maior problema dessa nova regra é que ela não leva em consideração o nível dos riders. Falando hipoteticamente... e se você tiver uma situação aonde o campeonato tem 21 ou menos riders inscritos mas eles são os 21 primeiros do ranking do ano passado. Porque o vencedor dessa etapa recebe menos pontos?! Mesmo com 21 riders essa ainda é uma etapa muito difícil. Agora, e se você tiver uma etapa aonde os 21 primeiros do ranking do ano passado resolvem não ir, mas tem mais de 46 riders inscritos... porque o vencedor dessa etapa ganha quase 100 pontos a mais que o vencedor da primeira hipótese. Eu particularmente argumento que a primeira hipótese é uma etapa mais difícil que a segunda mesmo a primeira tendo menos baterias. Para mim isso não faz muito sentido, mas, eu não sou um dos envolvidos na organização. Por outro lado, essa hipótese é muito pouco provável. Imagino que grande parte dos pros continuarão participando de todos ou quase todos os eventos, deixando o sistema de pontuação sem muitas alterações.


O SkimBrasil gostaria de, mais uma vez, agradecer ao Hank pela entrevista e pela paciência.

Se você se escondeu dentro de uma caverna sem internet e muito longe de outros skimmers e ainda não viu o catalogo novo da Exile é só clicar aqui

Se você acha que você é muito melhor que o Bill Bryan, que você deixa o Paulo Prietto parecendo uma criança perdida em the Wedge e que o seus air drops são 2 vezes maiores que os do Brad Domke, você, provavelmente, nem precisou ver as regras novas do UST. Mas, se você quer entender melhor sobre o campeonato que da o título de melhor skimmer do ano é só clicar aqui
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Exile 2009

Já está no ar o catálogo 2009 da Exile. Muitas novidades! Pro model do Brad Domke, várias camisetas, artes muito loucas...

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SkimBrasil entrevista Hank Snapp da Exile e ajuda você a escolher sua próxima prancha!

Nosso amigo Hank Snapp, manager da loja da Exile foi muito gentil e respondeu algumas perguntar freqüentes sobre as diferentes pranchas e tamanhos da Exile. Apesar das respostar serem direcionadas as pranchas da Exile, você pode entender bastante das diferente opções existentes no mercado e escolher a melhor opção de tamanho, espessura e shape mesmo que você resolve comprar outra marca.
O texto é grande mas você deveria ler. O Hank revela várias curiosidades e com certeza muitas das suas perguntas sobre pranchas serão respondidas nesse texto.

Vamos as perguntas.


    Hank: Meu nome é Hank Snapp. Sou um dos managers da loja da Exile Skimboards. Tenho 23 anos e moro em Laguna Beach. Tenho 5’11” e peso algo entre 165 e 175 lbs, isso é 1.80metros e uns 77 kg na medida brasileira. No momento estou usando uma prancha Pro shape (também conhecida como Paulo Prietto) medium/small (MS) de carbono com hybrid rocker. A prancha é uma 5/8 e é textured. Na verdade eu devo estar trocando de prancha daqui a pouco. Acho que vou trocar por uma Pro model 5/8 medium (M) de carbono textured.

    2)Vamos falar um pouco das opções dentro da linha da Exile. A primeira opção é o shape. Qual são as principais diferenças entre o hybrid shape e o pro shape? Eu já escutei pessoas falando que acham o pro shape um pouco instável. Você acha que o hybrid shape talvez seja melhor para uma mar não tão lisinho e perfeito?

    Hank: É verdade, existe bastante opções dentro da linha da Exile. Não acho que isso seja algo ruim. A diferença mais obvia entre o pro shape e o hybrid shape é o nose. O hybrid shape tem um nose maior e mais arredondado, enquanto o pro shape é mais fino e longo, especialmente em tamanhos maiores. No hybrid shape, o nose mais arredondado faz com que a prancha fique confortável na onda, você pode chamar isso de mais estável também se quiser. Eu gosto de dizer que o hybrid shape é menos exigente que o pro shape. Com um hybrid shape você pode cometer pequenos erros e a prancha e sua estabilidade podem não se afetar. Porque o nose da hybrid shape tem mais área que o da pro shape, você pode conseguir um pouco mais velocidade com o hybrid se você estiver skiando ondas frontais.

    O pro shape foi desenhado para o skimmer conseguir ir rápido. É para aqueles skimmers que buscam acelerar na onda, especialmente indo down the line ou em um sider. O pro shape é realmente feito para skimmers mais experientes, eu mesmo, por exemplo, tenho problemas com a minha as vezes. O nose longo e fino faz a prancha andar rápido nas ondas, mas também não permite erros. Se você fizer alguma coisinha errada a prancha vai sentir, e você provavelmente vai cair.

    Eu não acho que um shape seja melhor que o outro quando o mar está liso ou mexido, mas eu com certeza indicaria o hybrid para a maioria das pessoas.



      Hank: Na minha opinião os tamanhos recomendados a partir do peso do skimmer no catálogo da Exile são bastante precisos. Se você seguir a tabela você provavelmente comprará o tamanho certo. Muitas pessoas compram pranchas menores porque pranchas menores são mais fáceis de virar e você sempre escuta alguém falando que os profissionais usam pranchas pequenas (não o tamanho small (S), apenas pranchas menores em geral). Ao mesmo tempo, as pessoas esquecem que pranchas pequenas não flutuam tanto e que a grande maioria das pessoas não são profissionais. A grande maioria dos skimmers poderiam sim usar pranchas maiores para ganharem um pouco mais de flutuação e velocidade.
      É bem difícil fazer generalizações sobre que tipo de pranchas os skimmers deveriam usar em cada região. Na verdade a prancha depende muito do gosto do skimmer. Mas uma coisa eu posso afirmar, ninguém, ninguém mesmo skia Aliso, Wedge, West st ou Sununga on fire todo dia. Nem mesmo perto de freqüentemente. Quando você for comprar uma prancha você deve lembrar que muito dos seus dias skiando serão em ondas não tão boas. Provavelmente todo mundo sentiria mais prazer skiando em um dia de ondas não tão boas com uma prancha um pouco maior.
      Ao mesmo tempo, se você é realmente um skimmer muito bom e consegue correr bastante, talvez você não precise de uma prancha maior. Eu vejo a escolha de uma prancha com um exercício de dar um passo para trás e pensar sobre o seu nível no skimboard, seja honesto como você mesmo. Depois, pense nas ondas que você skia diariamente.



        Hank: Nossa... essa é uma pergunta difícil. Vamos começar pela parte fácil. Pranchas ¾ são realmente muito populares. Eu diria que atualmente a Exile vende tantas pranchas ¾ quanto vende 5/8, talvez nós vendemos até um pouco mais de 3/4, na verdade. Minha opinião sobre esse assunto volta para a questão anterior. A grande maioria dos skimmers precisam de pranchas um pouco maiores, seja no tamanho ou na espessura. Na pratica você conseguirá ir tão longe com uma médium/small ¾” quanto você iria com uma medium 5/8”. Claro que você vai sentir diferenças entre as duas pranchas e nós voltamos a questão da preferência. Pessoalmente, eu já usei várias pranchas diferentes. Nunca consegui me adaptar com uma prancha ¾”. Eu gosto mesmo é de pranchas 5/8”. Mas eu conheço pessoas que falam exatamente a mesma coisa sobre pranchas ¾”. Eu acho que tem muito a ver com o que você está acostumado.

        Eu penso que em geral não há prejuízos em ter uma prancha um pouco maior, seja no tamanho ou na espessura ou em ambos. As ondas podem estar pequenas, sem força, você pode engordar um pouco ou crescer, você pode achar que você é melhor do que você realmente é... Existem várias razões para comprar uma prancha um pouco maior. Eu outras palavras, eu prefiro ter uma prancha um pouco maior e poder pegar as ondas lá longe com mais facilidade do que ter uma prancha menor e ter muita dificuldade de chegar nas ondas que eu gostaria.


          Hank: Eu peso que a vantagem do carbono é a resistência e a rigidez, mas se eu tivesse que escolher entre uma delas eu diria que a rigidez é mais importante. Honestamente, nós já notamos que as pranchas de s-glass da Exile duram tanto quanto as de carbono, e que as de e-glass não ficam tão para trás assim. Se você está comprando uma Exile pode ter certeza que se você não sair por aí mandando aéreos bestas para trás da onda ou rolos a prancha vai durar muito. Mas, é inegável a diferença de rigidez do carbono. Essa rigidez se transparece na resposta rápida da prancha aos seus movimentos tanto quando você está chegando na onda quanto quando você já está nela. Isso sem falar que é mais resistente que s-glass ou e-glass.

          Minha experiência trabalhando na Exile me mostrou que se o skimmer pode pagar o preço da prancha de carbono ele não escolhe uma prancha de e-glass ou de s-glass porque ele acha a prancha de carbono dura demais. Por outro lado, skimmers mais novos e leves talvez não sintam tanta diferença entre uma prancha de carbono, e-glass ou s-glass. Na verdade, a única pessoa que eu conheço que skia com uma prancha s-glass porque gosta mais é o George Bryan. Ele usa uma prancha muito louca, com um shape e rocker bem diferentes. Isso é o que funciona para ele. Ele manda muito bem, melhor que muita gente. Mas, eu não acho que a prancha que ele usa funcionaria para a maioria dos skimmers.


          6) Os surfistas profissionais viajam com várias pranchas de tamanhos diferentes. Muitos snowboarders também tem pranchas diferentes para diferentes situações. Isso acontece também com os atletas profissionais do time da Exile? Ainda nesse tópico, você poderia nos dizer as pranchas que os skimmers do time da Exile usam?!

          Hank: Sabe, você provavelmente vai achar isso surpreendente, mas a grande parte dos atletas do time tem apenas uma ou duas pranchas. Não é porque a Exile não deixa ele pegarem mais pranchas. Eu penso que é apenas porque skimboard é bem diferente dos outros esportes de prancha nesse sentido. Na maioria das vezes quando vamos viajar ou participar de campeonatos todo os profissionais tem apenas uma ou duas pranchas na capa. No skimboard você não precisa de uma monte de pranchas diferentes para skiar condições diferentes. Talvez dois tamanhos diferentes ou 2 espessuras diferentes no máximo.

          Sobre os skimmers do time da Exile... é bem simples. Tirando o Drew Peace e a Shonna Cobb todos os outros usam o pro shape. Todos tem pranchas textured. Entre eu e todos vocês, comprar uma prancha glossy é o maior erro que você pode fazer. A prancha textured deixa a prancha mais leve e mais resistente, e se você está gastando uma grana para comprar uma prancha boa porque você sacrificaria atributos tão importantes só porque os decks grudam muito mais fácil na prancha glossy?! Deixe de frescura, compre lixa e lixe a parte onde você colocará os decks por 90 segundos e pronto. O time da Exile é enorme então eu não vou falar todos mas aqui vão alguns.

          O Paulo usa uma Small e uma Medium small 5/8”
          O Brad usa uma medium 5/8 quase sempre mas ele também tem uma medium small
          O Sammy também uma uma small 5/8
          Tommy D, Brandon Sears e o Harley usam small ¾”
          Grady, Woody, Jake e Noggie usam extra small (XS) ¾”

          Mas como eu disse antes, você, que está lendo isso, provavelmente vai querer uma prancha um pouco maior. Essa galera corre muito rápido e já skia há um bom tempo.

          Desculpa pelo longo texto, espero que tenha ajudado e espero poder visitar vocês em um futuro próximo! Obrigado Brasil!


          O SkimBrasil gostaria de agradecer muito ao Hank Snapp por essa entrevista e por todo o apoio!

          Como se não fosse o suficiente o Hank ainda mandou uma seqüência "pequena" dele em the wedge...

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          Fotos: Mikal Calvino
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