sununga
Adam Hayward no Brasil :: Parte 4
01/06/09 11:33

Depois de filmar um pouco...

Adam resolveu arriscar algumas ondas...

Mais para o começo da tarde, as ondas estavam ficando mais fazíveis, mas, nada de realmente especial, já que a formação não estava boa...

O jeito foi improvisar e se divertir com o que as ondas permitiam...

Uma solução era usar o sider para chegar na onda e mandar um wrap, mas, mesmo assim a onda não quebrava lá tão redonda.
Depois do almoço a gente resolveu dar uma passeada nas praias ao lado. Na praia do Lázaro e na Domingos Dias tem um condomínio enorme com umas casas bem legais. Se você quer comprar uma casa bem pimp perto de Sununga lá é o lugar!

Caminho para a praia de Domingos Dias

Um dos poucos seres vivos que a gente viu em Domingos Dias...
Nessa trip a gente teve a oportunidade de ver muitas das imagens que o Adam já tem para o seu filme, The Box. Obviamente, as imagens da Califórnia são impressionantes. A trip que ele fez para o Chile rendeu muitas sessions! Com certeza você vai querer comprar esse filme quando ele for lançado!
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Adam Hayward no Brasil :: Parte 3
01/06/09 11:33
Acabamos ficando na praia de
Maranduba, no hotel que o Adam tinha reservado pela internet. O
Hotel é bem style e não tem nada a ver com um hotel de praia apesar
de ficar pendurado na areia...


Bem filme do Hitchcock
Acordamos cedo e partimos para Sununga para forçar um barra...

A luz estava bonita durante alguns momentos...

Mas as conexões não estavam nem um pouco fáceis.

O Munir até achou umas laterais divertidas, mas, nenhuma conexão de verdade.


Bem filme do Hitchcock
Acordamos cedo e partimos para Sununga para forçar um barra...

A luz estava bonita durante alguns momentos...

Mas as conexões não estavam nem um pouco fáceis.

O Munir até achou umas laterais divertidas, mas, nenhuma conexão de verdade.
Adam Hayward no Brasil :: Parte 1
01/06/09 11:33
Essa sexta feira, dia 29 de maio o
skimmer e film maker Californiano Adam Hayward chegou ao Brasil
para passar um tempo filmando e conhecendo a cena do skimboard
brasileiro. Poucos minutos após a chegada do vôo do cara, a creche
já estava ligando incessantemente para nos arrastar para uma
session no Vidigal. A previsão estava até razoável, um swell médio
e subindo de sudeste. No entanto, estava ventando um pouco e o céu
estava muito nublado. Relutamos um pouco, mas a creche acabou nos
convencendo. Para a nossa surpresa, quando chegamos no Vidigal as
ondas estavam muito boas! Menos de uma hora depois de sua chegada
Adam já estava registrando boas imagens para a sua produção.
Infelizmente não temos fotos dessa session, mas, a creche destruiu
boas ondas frontais. Foram incontáveis backside wraps para
tubos!
Adam está muito interessado em pegar uma session realmente boa em Sununga, por isso, ele já estava com um hotel reservado para a região de Ubatuba. No sábado de manha partimos em direção ao litoral de São Paulo. A previsão não estava boa. Nós costumamos ir para Sununga quando a previsão é de um swell de tamanho médio de sul. Pela nossa experiência, as melhores condições acontecem quando você pega o swell subindo, obviamente, sem muito vento. Nesse final de semana a previsão indicava a entrada muito rápida de um swell bem grande de sul no sábado e uma considerável diminuição do swell para o domingo, ou seja, pegaríamos um dia storm e outro dia com o swell baixando.

Rio-Santos
Após 5 horas de viagem e uma rápida parada em Itamambuca para comer o famoso bolo de cenoura com chocolate, chegamos em Sununga.

Como o previsto, estava storm.


Ficamos ali assistindo as séries entrarem e depois resolvemos partir em busca de um mar "skiavel".
Acabamos resolvendo ficar em Massaguaçú. As ondas em Massaguaçú rolam muito melhores com um swell de leste. No entanto, era a melhor opção nas proximidades de Sununga. Como nós haviamos saído um pouco tarde, achamos que dirigir até Toque Toque seria muito demorado e não valeria a pena.
Adam está muito interessado em pegar uma session realmente boa em Sununga, por isso, ele já estava com um hotel reservado para a região de Ubatuba. No sábado de manha partimos em direção ao litoral de São Paulo. A previsão não estava boa. Nós costumamos ir para Sununga quando a previsão é de um swell de tamanho médio de sul. Pela nossa experiência, as melhores condições acontecem quando você pega o swell subindo, obviamente, sem muito vento. Nesse final de semana a previsão indicava a entrada muito rápida de um swell bem grande de sul no sábado e uma considerável diminuição do swell para o domingo, ou seja, pegaríamos um dia storm e outro dia com o swell baixando.

Rio-Santos
Após 5 horas de viagem e uma rápida parada em Itamambuca para comer o famoso bolo de cenoura com chocolate, chegamos em Sununga.

Como o previsto, estava storm.


Ficamos ali assistindo as séries entrarem e depois resolvemos partir em busca de um mar "skiavel".
Acabamos resolvendo ficar em Massaguaçú. As ondas em Massaguaçú rolam muito melhores com um swell de leste. No entanto, era a melhor opção nas proximidades de Sununga. Como nós haviamos saído um pouco tarde, achamos que dirigir até Toque Toque seria muito demorado e não valeria a pena.
Sununga :: Parte 5
12/03/09 15:16
Sununga :: Parte 4
12/03/09 15:13
Sununga :: Parte 3
12/03/09 10:08
É... por enquanto a gente vai deixar
as fotos falarem por elas mesmas...

Pedro chamando a atenção da galera...

Pedro

Iranildo and still a long way to go...

Iranildo mostrando como se faz nos A frames...

Pedro com muita parede

Agora então tem muita parede mesmo...

As vezes não estava muito verde.... mas, assim mesmo, estava muito bom!

Pedro na maior onda da session

Pedro chamando a atenção da galera...

Pedro

Iranildo and still a long way to go...

Iranildo mostrando como se faz nos A frames...

Pedro com muita parede

Agora então tem muita parede mesmo...

As vezes não estava muito verde.... mas, assim mesmo, estava muito bom!

Pedro na maior onda da session
Sununga :: Parte 2
11/03/09 22:09
Sununga :: Parte 1
10/03/09 19:58
Depois de muito olhar a previsão
acabamos decidindo ir para Sununga no final de semana. A previsão
na estava perfeita como na session que foi capa da Foreverskim há
alguns meses, mas ainda assim estava muito boa. A gente saiu sexta
feira a tarde, depois de conseguirmos uns passes Vips para assistir
o evento de Skate vertical que estava rolando no Rio.
Quando chegamos em Sununga, por volta de meia noite podíamos escutar o barulho das ondas de nosso pequeno quarto de hotel. Estávamos ansiosos para o dia clarear e comer a session. Quando chegamos na praia, lá pelas 7am as ondas estavam grandes e um pouco mexido. O tempo estava bem nublado, apesar de muito quente. Diferentemente da maioria das vezes que fomos a Sununga, dessa vez as condições melhoraram bastante com a maré cheia. Normalmente, a lateral fica mais forte com a maré vazia e facilita a conexão.
No Sábado, a conexão estava um pouco longe e a transição estava um pouco mexida. Com certeza, as condições estavam mais difíceis que a session da capa, mas, ainda assim, estava bem divertido. A estratégia era correr muito, matar muita barata e torcer para sair do tubo para não ter que ficar levando os triângulos na cabeça até conseguir sair de dentro do liquidificador. Entre as séries rolavam ondas menores, boas para batidas e até alguns aéreos. Depois de alguma horas a maré subiu o suficiente para tornar as conexões mais possíveis. O Pedro conseguiu conectar em umas das maiores ondas do dia. No entanto, a situação chegou em uma situação onde a maré estava muito cheia e ficou difícil de conectar novamente. Resolvemos partir para o famoso almoço no PF perto da marina.

Sununga acordando... Não tão fácil de conectar...

Um pouquinho de água does the trick... Sununga melhorando na maré cheia...


Iranildo, local de Sununga, também achou boas ondas...

Pedro
Quando voltamos para a praia, estava chovendo e as condições não estavam boas para tirar fotos. Arrumamos um guarda sol e tentamos fazer algumas imagens pois a galera local estava pegando altas ondas. Renato e Leandro tem apenas 14 e 15 anos respectivamente mas estavam fazendo pegando altos tubos. Rolaram muitas ondas e alguns wipe outs impressionantes até o fim da tarde, quando a maré ficou muito baixa e as ondas voltaram a não ser conectáveis. Nosso dia terminou em um churrascaria em Itaguá. Não podemos reclamar...
No domingo, quando acordamos, a primeira frase foi “está sol! As fotos vão ficar iradas”. Mas, como não da para ganhar todas, no momento em que chegamos na praia percebemos que as ondas não estavam tão boas quanto no dia anterior. Resolvemos relaxar, comer alguma coisa, assistir a transmissão HORROSA da Globo do evento de skate. Offtopic: porque diabos os caras ficam filmando skate com o horizonte torto?! Enfim, a transmissão foi trash, mega brega o cara que estava comandando esse treco não saiu da década de 80 até hoje e acha que é super style filmar torto. Dá pena... voltando para Sununga...

Uma das fotos da Forever
Depois do nosso café da manha, as condições melhoraram um pouco. O Pedro achou algumas boas ondas e os locais continuavam destruindo. Infelizmente nós tínhamos que voltar para o Rio cedo. O último dia para enviar as fotos para a Foreverskim era no próprio domingo, então ainda tínhamos 5 horas de viagem pela frente e muito photoshop.

A luz estava muito boa... mas conectar estava um pouco complicado.
O SkimBrasil agradece ao Derek por ter esperado e por ter tido a paciência de mudar várias coisas na edição da Foreverskim para que as fotos saíssem nessa edição de março!
Quando chegamos em Sununga, por volta de meia noite podíamos escutar o barulho das ondas de nosso pequeno quarto de hotel. Estávamos ansiosos para o dia clarear e comer a session. Quando chegamos na praia, lá pelas 7am as ondas estavam grandes e um pouco mexido. O tempo estava bem nublado, apesar de muito quente. Diferentemente da maioria das vezes que fomos a Sununga, dessa vez as condições melhoraram bastante com a maré cheia. Normalmente, a lateral fica mais forte com a maré vazia e facilita a conexão.
No Sábado, a conexão estava um pouco longe e a transição estava um pouco mexida. Com certeza, as condições estavam mais difíceis que a session da capa, mas, ainda assim, estava bem divertido. A estratégia era correr muito, matar muita barata e torcer para sair do tubo para não ter que ficar levando os triângulos na cabeça até conseguir sair de dentro do liquidificador. Entre as séries rolavam ondas menores, boas para batidas e até alguns aéreos. Depois de alguma horas a maré subiu o suficiente para tornar as conexões mais possíveis. O Pedro conseguiu conectar em umas das maiores ondas do dia. No entanto, a situação chegou em uma situação onde a maré estava muito cheia e ficou difícil de conectar novamente. Resolvemos partir para o famoso almoço no PF perto da marina.

Sununga acordando... Não tão fácil de conectar...

Um pouquinho de água does the trick... Sununga melhorando na maré cheia...


Iranildo, local de Sununga, também achou boas ondas...

Pedro
Quando voltamos para a praia, estava chovendo e as condições não estavam boas para tirar fotos. Arrumamos um guarda sol e tentamos fazer algumas imagens pois a galera local estava pegando altas ondas. Renato e Leandro tem apenas 14 e 15 anos respectivamente mas estavam fazendo pegando altos tubos. Rolaram muitas ondas e alguns wipe outs impressionantes até o fim da tarde, quando a maré ficou muito baixa e as ondas voltaram a não ser conectáveis. Nosso dia terminou em um churrascaria em Itaguá. Não podemos reclamar...
No domingo, quando acordamos, a primeira frase foi “está sol! As fotos vão ficar iradas”. Mas, como não da para ganhar todas, no momento em que chegamos na praia percebemos que as ondas não estavam tão boas quanto no dia anterior. Resolvemos relaxar, comer alguma coisa, assistir a transmissão HORROSA da Globo do evento de skate. Offtopic: porque diabos os caras ficam filmando skate com o horizonte torto?! Enfim, a transmissão foi trash, mega brega o cara que estava comandando esse treco não saiu da década de 80 até hoje e acha que é super style filmar torto. Dá pena... voltando para Sununga...

Uma das fotos da Forever
Depois do nosso café da manha, as condições melhoraram um pouco. O Pedro achou algumas boas ondas e os locais continuavam destruindo. Infelizmente nós tínhamos que voltar para o Rio cedo. O último dia para enviar as fotos para a Foreverskim era no próprio domingo, então ainda tínhamos 5 horas de viagem pela frente e muito photoshop.

A luz estava muito boa... mas conectar estava um pouco complicado.
O SkimBrasil agradece ao Derek por ter esperado e por ter tido a paciência de mudar várias coisas na edição da Foreverskim para que as fotos saíssem nessa edição de março!
Pedro's sequence
10/03/09 19:53
Recebemos alguns pedidos para mostrar
a sequência da foto abriu a seção Uncovered da última
Foreverskim.
Para quem ainda não viu, é essa foto que está no post anterior. O Morgan tirou a foto de cima das pedras e com certeza essa é uma das maiores makable conexões que já vimos em Sununga.
Em outras situações tivemos a oportunidade de ver ondas maiores por lá. Rolou até uma session com o Porvinha (um local de Sununga) surfando triângulos enormes. No entanto, nesse dia era impossível skiar.

Pedro bailing a 10+feet connection... A gente não pode reclamar... era grande mesmo!
Para quem ainda não viu, é essa foto que está no post anterior. O Morgan tirou a foto de cima das pedras e com certeza essa é uma das maiores makable conexões que já vimos em Sununga.
Em outras situações tivemos a oportunidade de ver ondas maiores por lá. Rolou até uma session com o Porvinha (um local de Sununga) surfando triângulos enormes. No entanto, nesse dia era impossível skiar.

Pedro bailing a 10+feet connection... A gente não pode reclamar... era grande mesmo!
As fotos da Forever :: Sununga :: Preview
10/03/09 08:26
Saiu na Foreverskim também uma foto da
session que o Morgan, o Munir e o Pedro fizeram em Sununga em um
dia que estava gigante. Foi nesse dia que o Munir arrumou um jeito
de tomar uns pontos. Se você não viu essa história clique aqui.

Pedro em uma conexão gigante!
Essa última session que fizemos em Sununga foi muito proveitosa e divertida. No entanto, as ondas estavam muito mais difíceis que na session que foi capa da Foreverskim, há alguns meses atrás. Rolaram muitos wipe outs lindos e uma das frases mais ditas na session, com certeza, foi "not making it sucks".

Pedro... Not making it...

Pedro em uma conexão gigante!
Essa última session que fizemos em Sununga foi muito proveitosa e divertida. No entanto, as ondas estavam muito mais difíceis que na session que foi capa da Foreverskim, há alguns meses atrás. Rolaram muitos wipe outs lindos e uma das frases mais ditas na session, com certeza, foi "not making it sucks".

Pedro... Not making it...
Foreverskim 32
10/03/09 08:15
Sununga...
06/02/09 10:45
Fotos
por Morgan Blunder e texto por Munir Ruffo
Sununga é sempre uma trip muito excitante e cheia de expectativas, dessa vez não foi diferente. Depois de ônibus, van, táxi, ônibus, táxi e caminhada respectivamente, chegamos na Sununga por volta das 5:00 da manha. Ainda estava escuro mas, óbvio, que nós não pensamos em dormir. O som das ondas e o pouco que conseguíamos ver nos deixou bastante acordados, partimos então para o nosso café da manha a base de pão de forma, sardinha, atum, guaraviton, nutella e protein bar (espero que minha mãe não leia isso).
Caímos na água assim que as onda começaram a aparecer diante de todo aquele breu. Tentamos algumas laterais mas infelizmente a maré estava muito vazia e as ondas muito grandes. Tornando um pouco difícil de conectar.

Sununga acordando... (special thanks to Canon for really high iso settings!!)

Munir indo atrás daquelas rasgadas do Paulo Prietto


Em Sununga "not making it" sucks!!

It looks like it will be a fun day...

Munir

Munir

air drops...

é... eu sei... você está pensando "devia ter ido para sununga na quarta"

Pedro fazendo muito goffy querer ser regular...

Munir e Pedro sozinhos em sununga

Agora até o Paulo Prietto está querendo ser regular...
Mesmo assim conforme o tempo foi passando não parávamos de comentar o quanto “priceless” aquilo era só pelo fato de estarmos lá sozinhos e ainda mais porque no Rio não tinha onda nenhuma!! Nossa sorte não durou muito tempo, por volta das 9 horas da manha o crowd começou a chegar.

Pedro indo atrás de uma conexão

Munir em uma onda bonitinha...

Munir and still a long way to go

the take off

Pedro way overhead...

Pedro

Sununga... Tem coragem?!

Pedro em uma rasgada

Acabaram as legendas.... "way overhead" (again)
Tentei uma onda razoavelmente grande e depois de tomar uma vaca boba e me embolar com a prancha veio a sentença. Enquanto rodava debaixo d’agua a borda acertou meu rosto na região do supercílio e também no nariz, a dor foi muito grande como se tivesse tomado um soco. Assim que voltei a superfície e coloquei a mão no rosto vi que havia tirado a “sorte grande” minha mão estava toda vermelha.

Munir e sua cara de "merda, vou perder várias ondas boas"
Chamamos a ambulância, mas, infelizmente, depois de 1 hora a mesma não havia chego, foi quando Julio nos quebrou um ganho, quer dizer uma arvore, nos dando uma carona até o hospital da cidade. Muito Obrigado, Julio, pela ajuda! Passamos primeiro em um posto de saúde aonde surpreendentemente (não tão surpreendentemente assim) não havia médico, apenas algumas senhoras experimentando sapatos. Pois é, sistema de saúde no Brasil! Acabamos indo ao hospital da cidade aonde surpreendentemente (dessa vez realmente surpreendente) haviam médicos. Lá, fui devidamente costurado e sentenciado: 5 dias sem skimboard!
O pior não foram os pontos, a dor ou a minha aparência de quem brigou no bar. Quando voltamos a tarde o mar havia melhorado significativamente e eu tive que ficar olhando!
Depois de muita agonia resolvemos voltar ao centro de Ubatuba e proporcionar ao Pedro Sias a sua primeira ida ao circo. Fizemos uma boa escolha por sinal, o circo que custou 10 reais valeu muito a pena!

Não é mentira, a gente foi ao circo mesmo!
Sununga é sempre uma trip muito excitante e cheia de expectativas, dessa vez não foi diferente. Depois de ônibus, van, táxi, ônibus, táxi e caminhada respectivamente, chegamos na Sununga por volta das 5:00 da manha. Ainda estava escuro mas, óbvio, que nós não pensamos em dormir. O som das ondas e o pouco que conseguíamos ver nos deixou bastante acordados, partimos então para o nosso café da manha a base de pão de forma, sardinha, atum, guaraviton, nutella e protein bar (espero que minha mãe não leia isso).
Caímos na água assim que as onda começaram a aparecer diante de todo aquele breu. Tentamos algumas laterais mas infelizmente a maré estava muito vazia e as ondas muito grandes. Tornando um pouco difícil de conectar.

Sununga acordando... (special thanks to Canon for really high iso settings!!)

Munir indo atrás daquelas rasgadas do Paulo Prietto


Em Sununga "not making it" sucks!!

It looks like it will be a fun day...

Munir

Munir

air drops...

é... eu sei... você está pensando "devia ter ido para sununga na quarta"

Pedro fazendo muito goffy querer ser regular...

Munir e Pedro sozinhos em sununga

Agora até o Paulo Prietto está querendo ser regular...
Mesmo assim conforme o tempo foi passando não parávamos de comentar o quanto “priceless” aquilo era só pelo fato de estarmos lá sozinhos e ainda mais porque no Rio não tinha onda nenhuma!! Nossa sorte não durou muito tempo, por volta das 9 horas da manha o crowd começou a chegar.

Pedro indo atrás de uma conexão

Munir em uma onda bonitinha...

Munir and still a long way to go

the take off

Pedro way overhead...

Pedro

Sununga... Tem coragem?!

Pedro em uma rasgada

Acabaram as legendas.... "way overhead" (again)
Tentei uma onda razoavelmente grande e depois de tomar uma vaca boba e me embolar com a prancha veio a sentença. Enquanto rodava debaixo d’agua a borda acertou meu rosto na região do supercílio e também no nariz, a dor foi muito grande como se tivesse tomado um soco. Assim que voltei a superfície e coloquei a mão no rosto vi que havia tirado a “sorte grande” minha mão estava toda vermelha.

Munir e sua cara de "merda, vou perder várias ondas boas"
Chamamos a ambulância, mas, infelizmente, depois de 1 hora a mesma não havia chego, foi quando Julio nos quebrou um ganho, quer dizer uma arvore, nos dando uma carona até o hospital da cidade. Muito Obrigado, Julio, pela ajuda! Passamos primeiro em um posto de saúde aonde surpreendentemente (não tão surpreendentemente assim) não havia médico, apenas algumas senhoras experimentando sapatos. Pois é, sistema de saúde no Brasil! Acabamos indo ao hospital da cidade aonde surpreendentemente (dessa vez realmente surpreendente) haviam médicos. Lá, fui devidamente costurado e sentenciado: 5 dias sem skimboard!
O pior não foram os pontos, a dor ou a minha aparência de quem brigou no bar. Quando voltamos a tarde o mar havia melhorado significativamente e eu tive que ficar olhando!
Depois de muita agonia resolvemos voltar ao centro de Ubatuba e proporcionar ao Pedro Sias a sua primeira ida ao circo. Fizemos uma boa escolha por sinal, o circo que custou 10 reais valeu muito a pena!

Não é mentira, a gente foi ao circo mesmo!




















